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Euronext Lisbon volta a subir após correcção de 4,5% em três dias (act)

A Euronext Lisbon conseguiu hoje terminar a subir - pondo fim a um ciclo de três dias de correcções em que perdeu 4,5% - impulsionada pelas acções da Electricidade de Portugal e Brisa. O PSI-20 cresceu 0,27%, com a ParaRede a registar a maior subida, no s

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 12 de Março de 2004 às 17:24
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A Euronext Lisbon conseguiu hoje terminar a subir - pondo fim a um ciclo de três dias de correcções em que perdeu 4,5% - impulsionada pelas acções da Electricidade de Portugal e Brisa. O PSI-20 cresceu 0,27%, com a ParaRede a registar a maior subida, no segundo dia mais líquido de sempre para a tecnológica.

O PSI-20 [PSI20] terminou nos 7.616,17 pontos, com nove empresas a subir, nove a descer e duas inalteradas. Na Europa o cenário também foi de ganhos inferiores a 1%, suportados pela valorização de Wall Street.

A excepção na Europa foi Madrid, com o IBEX a descer 1,07%, ainda penalizado pelos atentados que provocaram ontem cerca de 200 mortos e cuja autoria não é ainda clara.

Na bolsa nacional a correcção de três dias, em que o índice perdeu 4,5%, parece ter sido suficiente para provocar novas entradas de investidores na bolsa nacional, reinvestindo as mais valias captadas nas últimas semanas.

As acções da EDP [EDP] e da Brisa [BRISA] foram as que mais impulsionaram o PSI-20, com a eléctrica a crescer 1,28% para os 2,37 euros e a concessionária de auto-estradas a somar 2,36% até aos 5,64 euros. Ambas as empresas vêem também de um período de três sessões de quedas, em que desceram 6% e 4,8%, respectivamente.

Ainda a ajudar o índice o Banco Comercial Português [BCP] cresceu 0,49% para os 2,05 euros, no dia em que nomeou Eduardo Consiglieri Pedroso para Provedor do Cliente. Também na banca o Banco Espírito Santo somou 0,35%, mas o Banco BPI caiu 0,94%.

Depois de ontem apresentar resultados, a Impresa valorizou 2,84% para os 3,98 euros. Os analistas recomendaram aos investidores aproveitarem a correcção da Impresa [IPR], que ontem deslizou 3,97% e hoje chegou a cair 6,98%, para entrarem longos no papel.

A Jerónimo Martins [JMAR], que em três dias recuou mais de 10%, recuperou hoje 3,73% para os 9,18 euros. Reagindo aos resultados hoje apresentados a Sonae Indústria somou 4,38%, mas a sua casa mãe, a Sonae, caiu 1,02% para os 0,97 euros.

A Gescartão [GCT], que também hoje apresentou as suas contas de 2003, valorizou 2,99% para os 9,29 euros. A empresa controlada pela Sonae e Europac registou resultados líquidos consolidados de 17,9 milhões de euros em 2003, mais 27% que no ano anterior.

A maior valorização do dia pertenceu à ParaRede [para], que disparou 10,42% para os 0,53 euros, retomando a trajectória ascendente do início da semana, depois das declarações do presidente da empresa ao Jornal de Negócios. Foram transaccionadas 55,5 milhões de acções, equivalentes a 25% do capital da empresa, no segundo dia mais líquido de sempre para a empresa. Na passada segunda-feira a ParaRede transaccionou mais de 57 milhões de títulos.

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