Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia
Ao minuto18.10.2021

Europa termina em queda com abrandamento da China a ecoar. Juros continuam a subir

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Reuters
  • Partilhar artigo
  • 4
  • ...
18.10.2021

Brent alivia de máximos de 2018, preços em Nova Iorque seguem em alta

Há um conjunto de razões que estão a levar várias matérias-primas a valoriza    ções. O petróleo é um exemplo.

O preço do petróleo Brent, de referência para o mercado europeu e português, inverteu dos ganhos no início do dia e recua agora 0,38%, para os 84,54 dólares por barril. Isto depois de ter superado a fasquia dos 85 dólares, renovando máximos desde meados de 2018.

Já no mercado nova-iorquino o West Texas Intermediate (WTI) também perdeu "algum gás" face ao máximo desde outubro de 2014 tocado durante a manhã - 83,87 dólares por barril - mas mantém-se em alta, ganhando 0,05%, para os 82,32 dólares.

O recuo relativo nos preços surgiu após serem divulgados os dados da produção industrial nos EUA em setembro, que caiu 1,3%, um valor abaixo das estimativas do mercado.

Ainda assim, a escassez de gás natural continua a criar uma procura adicional de produtos petrolíferos no setor de produção elétrica. Acresce que vários países da OPEP+ não conseguiram atingir os valores de produção a que se tinham comprometido, casos de Angola, Azerbaijão e Nigéria.

18.10.2021

Europa termina em queda com abrandamento da China a ecoar

As ações europeias terminaram em queda neta segunda-feira após o seu melhor ganho semanal desde março, com as ações das empresas de luxo sob pressão depois de a China ter sinalizado planos para tributar propriedades ao mesmo tempo que o crescimento da economia abrandou.

O Stoxx Europa 600 caiu 0,5% com empresas como a LVMH e a Kering a registaram as maiores quedas desde agosto.

Os investidores reagiram aos números da economia chinesa, que no terceiro trimestre ficaram aquém das expetativas, tendo registado um abrandamento para os 4,9%, quando no trimestre anterior tinha sido de 7,9%.

A desacelaração deve-se à crise global do setor energético e no fornecimento das matérias primas e também às dificuldades enfrentadas pelo setor imobiliário, com particular enfase no gigante Evergrande.

Apesar de Christina Lagarde, líder do Banco Central Europeu, ter afirmado que a alta atual da inflação ser passageira, os receios permanecem, provocados também pela subida nas taxas de juro das dívidas soberanas.

18.10.2021

Juros da Zona Euro sobem pelo segundo dia com retirada de apoios a rondar

Os juros da dívida soberana dos países da Zona Euro estão a subir pelo segundo dia consecutivo nesta segunda-feira, com os receios de um aumento de juros em Inglaterra e uma retirada de apoios pelo Banco Central Europeu a rondar. 

Na Alemanha, que serve de referência para o bloco, os juros a dez anos subiram 2,1 pontos base para os -0,150%, enquanto que no sul da Europa as subidas foram ligeiramente mais vincadas.

Em Portugal, a taxa escalou 3,3 pontos base para os 0,379% e em Itália subiu 3 pontos base para os 0,898%.

18.10.2021

Libra recua apesar de discurso "hawkish" de Bailey

A libra está a perder algum terreno perante as principais divisas apesar das declarações a defender uma política monetária mais apertada por parte do governados do Banco de Inglaterra.

Andrew Bailey defendeu que os bancos centrais têm de evitar que as expectativas de inflação elevada passem a permanentes.

A libra cedia 0,18% perante a nota verde, cotando nos 1,3726 dólares.

A moeda única europeia, por seu turno, valorizava 0,29%, para as 0,8461 libras esterlinas.

18.10.2021

Pessimismo nas bolsas suporta preços do ouro

O metal precioso está a recuperar terreno neste início de semana, com os investidores a procurarem refúgio no ouro. Os preços do metal seguem, assim, a valorizar num momento em que os mercados continuam a antecipar taxas de inflação mais elevadas.

O ouro segue a avançar 0,07% para 1.768,88 dólares por onça, com a matéria-prima a ser beneficiado pelo seu estatuto de refúgio, numa sessão marcada pelo maior pessimismo dos investidores, depois de terem sido reportados os números relativos ao PIB da China no último trimestre.

A economia chinesa cresceu nos 4,9% no terceiro trimestre deste ano, menos do que era esperado pelos economistas e um crescimento inferior aos 7,9% registados no trimestre anterior.

Esta desaceleração, associada às pressões inflacionistas que permanecem nos mercados, acentuada pela crise dos preços da energia, está a sustentar os preços do metal dourado.

18.10.2021

China abranda abertura em Wall Street

Os três maiores índices dos EUA abriram a semana com o "pé esquerdo" à boleia dos dados aquém do esperado vindos da China. A segunda maior economia do mundo abrandou o seu crescimento no terceiro trimestre devido à crise no mercado imobiliário e à crise energética que afeta todo o mundo.

Por esta altura, o Dow Jones perde 0,72% para os 35.038,86 pontos e o S&P 500 encolheu 0,46% para os 4.451,08 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite desvalorizou 0,30% para os 14.850,76 pontos. 

O crescimento económico da China fixou-se nos 4,9% no terceiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Nos três meses antes, a economia tinha expandido 7,9%.

Nos próximos dias, os investidores vão continuar de olho nos resultados das empresas nos EUA e também na Europa para definirem um rumo na negociação em bolsa.

Na semana passada, os números foram aplaudidos pelos protagonistas dos mercados, principalmente no setor da banca, com os maiores "players" dos EUA a superarem as expectativas. 

18.10.2021

Europa no vermelho, arrastada pelos números da China

As bolsas europeias arrancaram a semana pintadas a vermelho, depois de, na semana passada, terem registado a melhor sessão dos últimos meses.

Os investidores regaem aos números da economia chinesa, que no terceiro trimestre ficaram aquém das expetativas, tendo registado um abrandamento para os 4,9%, quando no trimestre anterior tinha sido de 7,9%. A desacelaração deve-se à crise global do setor energético e no fornecimento das matérias primas e também às dificuldades enfrentadas pelo setor imobiliário, com particular enfase no gigante Evergrande.

Apesar de Christina Lagarde, líder do Banco Central Europeu, ter afirmado que a alta atual da inflação ser passageira, os receios permanecem, provocados também pela subida nas taxas de juro das dívidas soberanas.

O Stoxx 600, índice que agrega as principais empresas europeias, caía às 09:20, 0,43% para is 467,36 pontos, pressionado sobretudo pelos setores do retalho e dos bens domésticos. Em sentido inverso, a banca liderava os ganhos.

As praças espanhola, alemã, italiana e francesa negociavam todas com perdas esta manhã.

18.10.2021

Juros da Zona Euro voltam a subir

Os juros da dívida soberana na Zona Euro estão novamente a subir, depois de terem registado várias oscilações durante a última semana.

A dívida italiana continua a ser uma das mais penalizadas, com a taxa de juro a dez anos a escalar 4,4 pontos base para os 0,912%. 

Na Alemanha, que serve de referência para a Zona Euro, os juros subiram 2,7 pontos base para os -0,143%. Já em Portugal, as yields estão a engordar 3,9 pontos base para 0,385%.

18.10.2021

Barril do Brent dispara para máximos de 2018

Os preços do petróleo continuam a subir. Esta segunda-feira, o barril do Brent, que serve de referência para Portugal, atingiu máximos de outubro de 2018, estando agora a negociar acima dos 85 dólares por barril.

Neste momento, o barril Brent está a subir 0,70% para 85,45 dólares. Também o petróleo negociado em Nova Iorque, o WTI, registou uma subida de 1,11%, para 83,19 dólares por barril. 

O "ouro negro" continua, assim, uma longa trajetória de ganhos de oito semanas consecutivas. Na semana passada, tanto o Brent como o WTI valorizaram mais de 3%.

18.10.2021

Ouro em queda a digerir bons resultados das vendas a retalho nos EUA. Euro tropeça face ao dólar

O ouro está a negociar novamente com perdas esta segunda-feira, depois de na semana passada a onça ter negociado muito perto dos 1.800 dólares. 

Os preços do metal precioso têm perdido terreno devido ao aumento inesperado das vendas a retalho nos EUA em setembro, que dão sinais de que a economia norte-americana pode estar a recuperar melhor do que o esperado. 

Isso faz com que haja uma menor aposta em ativos-refúgio, como é o caso do ouro. Neste momento, o metal precioso está a cair 0,18%, para os 1.764,47 dólares. 


No mercado cambial, o euro está também em queda. A moeda única europeia está a desvalorizar 0,22% perante o dólar, para 1,1576 dólares. 

Já o dólar norte-americano está a subir 0,21% perante um cabaz composto por divisas rivais. 

18.10.2021

Futuros estáveis, depois de semana em alta na Europa

Depois de na sexta-feira, a Europa ter atingido a melhor performance desde março, esta segunda-feira os futuros europeus apontam para um arranque de semana estável.

Os investidores mantêm-se atentos à apresentação de resultados do terceiro trimestre do ano, com os números até agora divulgados a mostrarem que a crise energética e a escassez de matérias-primas pesou muito nos números. A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, alertou que a natureza globalizada da economia da zona euro a torna altamente vulnerável a crises nas cadeias de abastecimento. Por outro lado, a responsável indicou que a atual alta da inflação não está para durar. 

Na Ásia, as bolsas estiveram hoje a registar leves quedas, depois dos resultados do trimestre da China terem ficado aquém do esperado, muito por causa da crise do gigante imobiliário Evergrande.

Ver comentários
Outras Notícias