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Europa abre a perder arrastada por tecnológicas; Euro Stoxx cede 0,19% e CAC recua 0,27%

As Bolsas europeias iniciaram a sessão a desvalorizar, arrastadas por tecnológicas, depois de ontem o Nasdaq ter encerrado a perder pela primeira vez desde o início do ano. O CAC francês cedia 0,27% e o Euro Stoxx caía 0,19%.

Duarte Costa 08 de Janeiro de 2002 às 09:06
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As Bolsas europeias iniciaram a sessão a desvalorizar, arrastadas por tecnológicas, depois de ontem o Nasdaq ter encerrado a perder pela primeira vez desde o início do ano. O CAC francês cedia 0,27% e o Euro Stoxx caía 0,19%.

O Euro Stoxx 50, índice que agrega as 50 maiores empresas europeias em termos de capitalização bolsista, cedia 0,19% para os 3.650,65 pontos, com o maior fabricante de telefones móveis, a Nokia, a perder 3,15% para os 27,99 euros.

Em Paris, o CAC [CAC] recuava 0,27% para os 4.603,06 pontos. A Alcatel, que fabrica telefones móveis, perdia 2,73% para os 20,33 euros, enquanto a STMicroelectronics desvalorizava 1,95% para os 37,67 euros.

Na Bolsa de Londres, o FTSE [UKX] perdia 0,13% para os 5.286,70 pontos. A Vodafone, líder mundial nas telecomunicações móveis, cedia 1,10% para as 1,80 libras (2,91 euros) e o grupo financeiro HSBC recuava 0,66% para as 8,26 libras (13,37 euros).

O principal índice da Bolsa de Frankfurt, o DAX [DAX], marcava 5.228,38 pontos, a desvalorizar 0,07%. A Siemens perdia 1,43% para os 75,11 euros, enquanto a Infineon Technologies caía 6,58% para os 24,40 euros, depois de ter anunciado que vai emitir obrigações convertíveis no montante de mil milhões de euros.

Na Bolsa de Madrid, o IBEX [IBEX] perdia 0,30% para os 8.152,40 pontos. A Telefónica caía 0,54% para os 14,78 euros e o Banco Popular cedia 1,75% para os 37,06 euros.

Em Milão, o MIBTEL [MIBTEL] desvalorizava 0,21% para os 22.791 pontos, com a Telecom Italia Mobile a perder 0,40% para os 6,30 euros.

O AEX, de Amesterdão, marcava 498,40 pontos, avançando 0,10%. A Unilever, que produz bens de consumo, ganhava 0,48% para os 62,65 euros, enquanto o ING desvalorizava 1,69% para os 27,90 euros, depois do maior grupo financeiro holandês ter anunciado que vai criar no quarto trimestre reservas de 67,43 milhões de euros para fazer face às perdas na Argentina.

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