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Europa em forte queda com agravar da crise do crédito

As bolsas europeias seguem a negociar com quedas acentuadas depois da Carlyle Capital ter anunciado que está próxima da falência, aumentando as preocupações de agravamento da crise no mercado de crédito, e com o euro a atingir novos recordes face ao dólar

Maria João Soares mjsoares@negocios.pt 13 de Março de 2008 às 11:08
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As bolsas europeias seguem a negociar com quedas acentuadas depois da Carlyle Capital ter anunciado que está próxima da falência, aumentando as preocupações de agravamento da crise no mercado de crédito, e com o euro a atingir novos recordes face ao dólar. O Dow Jones Stoxx 50 descia mais de 2%.

A Carlyle Capital, filial da firma de "private equity" Carlyle Group, falhou o acordo com os credores da companhia que exigem o pagamento de dívida no valor de 400 milhões de dólares, ficando assim cada vez mais perto do colapso. As acções descem mais de 70% na bolsa de Amsterdão.

As preocupações com a falência da Carlyle Capital estão hoje a provocar perdas acentuadas nas bolsas e um novo mínimo do dólar face ao euro e ao iene, com os investidores a temerem que este caso acentue a crise já grave no mercado de crédito.

O sector da banca é, uma vez mais, o que regista queda mais acentuadas. O suiço UBS cai mais de 5,51% para 3,18 euros e a Allianz desce 4,03% para 109,60 euros.

O índice francês CAC [cac] é o que regista a queda mais acentuada, 2,55%. O BNP Paribas caía 4,30% para 56,98 euros e a Axa descia 4,49% para 20,62 euros.

Em Espanha, o IBEX [ibex] perdia 1,63% com o Santander a descer 3,49% para 11,33 euros e a Abertis a perder 3,12% para 20,21 euros.

Na praça de Londres, o Footsie descia 1,93% penalizado pela BP, que caía 1,56% para 537 pence, e o Royal Bank of Scotland que desvalorizava 4,39% para 343 pence. O alemão DAX [dax] descia 2,47%. O Deutsche Bank perdia 3,39% para 70,86 euros. Em Amsterdão, o AEX [aex] caía 2,19%. O ING perdia 3,78% para 38,26 euros.

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