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Europa encerra a ganhar com queda do petróleo

As praças europeias encerraram hoje a valorizar, impulsionadas pelo sector automóvel e pelos fabricantes químicos, com a queda do preço do petróleo a reduzir as preocupações com os custos energéticos e com a deterioração dos lucros das empresas.

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 03 de Janeiro de 2005 às 17:42
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As praças europeias encerraram hoje a valorizar, impulsionadas pelo sector automóvel e pelos fabricantes químicos, com a queda do preço do petróleo a reduzir as preocupações com os custos energéticos e com a deterioração dos lucros das empresas. Quer o Euro Stoxx 50 como o Stoxx 600 avançaram 0,5%, alcançando os níveis mais elevados desde Julho de 2002.

O contrato de crude recuava 4,44%, para 41,52 dólares, em Nova Iorque. Em Londres, o mercado esteve encerrado devido à celebração de um feriado nacional.

Em Frankfurt, o índice DAX [dax] avançou 0,83%, para 4.291,53 pontos. A quinta maior fabricante automóvel do mundo, a Daimler Chrysler, somou 1,33%, para 35,73 euros, enquanto a maior produtora química mundial, a BASF, ganhou 0,66%, para 53,35 euros.

Em Paris, o índice CAC-40 [cac] avançou 0,9%, para 3.855,68 pontos. A maior produtora mundial de cimento, a Lafarge – que detém 12,5% da portuguesa Cimpor – valorizou 2,54%, para 72,8 euros, depois de ter anunciado que adquiriu a segunda maior congénere do Equador.

O índice holandês AEX [aex] fechou a ganhar 1,10%, para 351,91 pontos. A Royal Ahold – que controla 49% da portuguesa Jerónimo Martins Retalho – apreciou 6,14%, para 6,05 euros. A distribuidora holandesa acordou vender a sua cadeia de retalho brasileira G. Barbosa a uma companhia norte-americana.

O índice espanhol IBEX-35 [ibex] terminou nos 9.124,10 pontos, a adicionou 0,48%. O BBVA ganhou 0,61%, para 13,13 euros. O Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA) tenciona gastar até 300 milhões de euros na abertura de 550 balcões nos próximos três anos, com o objectivo de ganhar 550 mil clientes, noticiou hoje o «Cinco Días» que cita o director da área de banca de consumo da instituição, Júlio Lopez.

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