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Europa recua pressionada por seguradoras e farmacêuticas

As principais praças europeias encerraram hoje a desvalorizar, condicionadas pela queda dos sectores segurador e farmacêutico, em dia de novos máximos do euro face ao dólar. O Dow Jones Stoxx 50 caiu 0,22%, para 2.759,02 pontos.

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 26 de Novembro de 2004 às 17:24

As principais praças europeias encerraram hoje a desvalorizar, condicionadas pela queda dos sectores segurador e farmacêutico, em dia de novos máximos do euro face ao dólar. O Dow Jones Stoxx 50 caiu 0,22%, para 2.759,02 pontos.

O euro [eur] atingiu hoje um novo máximo face à moeda norte-americana, ao alcançar os 1,3329 dólares, seguindo agora a ganhar 0,17%, para os 1,3291 dólares.

Em Londres, o FTSE-100 [ukx] perdeu 0,25%, para 4.741,50 pontos. A maior farmacêutica da Europa, a GlaxoSmithKline, terminou a recuar 1,32%, para 1,12 libras. A companhia realiza 48% das suas vendas nos EUA e apresenta contas em libras, moeda que avançava agora 0,20%, para 1,8967 dólares. Já a concorrente AstraZeneca depreciou 0,34%, para 2,08 libras.

O índice francês CAC-40 [cac] caiu 0,41%, para 3.782,20 pontos. A farmacêutica Sanofi-Aventis deslizou 0,61%, para 57,05 euros, enquanto a seguradora Axa perdeu 1,17%, para 17,79 euros.

O índice alemão DAX [dax] resvalou 0,15%, para 4.154,27 pontos. A química Bayer deslizou 0,45%, para 24,11 euros, depois de ter anunciado que irá realizar investimentos de capital no valor de 1,8 mil milhões de euros em 2005.

O índice holandês AEX terminou nos 340,20 pontos, inalterado. O grupo segurador Aegon caiu 1,04%, para 9,50 euros.

Em Madrid, o índice IBEX-35 [ibex] depreciou 0,19%, para 8.739,20 pontos. A eléctrica Endesa deslizou 2,21%, para 16,34 euros, no dia em que foi conhecido que o governo espanhol garantiu às eléctricas daquele país, como a participada da EDP, Hidrocantábrico, à Endesa e à Unión Fenosa, direitos para emitirem 84,56 milhões de toneladas de dióxido carbono por ano, a começar em 2005, a partir de unidades já existentes. Está previsto que as empresas emitam 11% mais do que o objectivo atribuído, ou seja 94 milhões de toneladas por ano, entre 2005 e 2007, segundo o instituto espanhol para a eficiência e diversificação de Energia. Já a operadora de telecomunicações Telefónica desvalorizou 0,45%, para 13,21 euros.

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