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Futuros norte-americanos oscilam entre ganhos e perdas

Os futuros sobre os índice norte-americanos oscilam entre ganhos e perdas durante a manhã, com os investidores incertos antes da divulgação de dados económicos relativos às encomendas à indústria, perdas de postos de trabalho e produtividade dos trabalhadores.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 02 de Setembro de 2009 às 13:01
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Os futuros sobre os índice norte-americanos oscilam entre ganhos e perdas durante a manhã, com os investidores incertos antes da divulgação de dados económicos relativos às encomendas à indústria, perdas de postos de trabalho e produtividade dos trabalhadores.


Também as acções europeias negoceiam em baixa e as praças asiáticas encerraram no vermelho.

Os futuros do S&P 500 com maturidade este mês, recuam 0,07% para 995,80 pontos e os do Dow Jones Industrial Average recuam 0,05% para 9298 pontos. Os do Nasdaq deslizam 0,24% para 1.591,75 pontos.

As acções norte-americanas caíram pelo terceiro dia consecutivo, a maior série de quedas desde Junho, com a preocupação relativa a possíveis perdas dos bancos a sobreporem-se aos dados da produção industrial e das habitações, acima das expectativas dos analistas.


“As pessoas estão nervosas e querem proteger os seus ninhos. A época de apresentações de resultados acabou e faz falta um novo condutor das acções. A avaliações das empresas já não são por si só um sinal de compra e os resultados vão ter de subir para justificar os preços”, afirmou um analista citado pela Bloomberg.

O Citigroup, que foi salvo da falência por uma injecção de 45 mil milhões de euros, caía 2,4% para 4,43 dólares, em Nova Iorque, antes da abertura do mercado. O Bank of América recua 1,6% para 16,19 dólares. O Wells Fargo ganhou 0,6% para 26,36 dólares depois de ter anunciado que planeia pagar o empréstimo de ajuda do estado norte-americano, sem ter fazer um aumento de capital.

A Freeport-McMoRan descia 2,4% para 59,15 dólares ao negociar na Alemanha, ao acompanhar a descida dos metais.

Os investidores vão estar atentos à divulgação de alguns dados económicos.

Às 13h30 de Lisboa, um relatório do Departamento do Trabalho, deverá mostrar que a produtividade dos trabalhadores aumentou ao ritmo anual de 6,4%, no segundo trimestre, indica a média das estimativas dos economistas inquiridos pela Bloomberg News. O maior ganho em quase seis anos.

Às 15 horas poder-se-á saber se as encomendas à indústria terão subido 2,2% em Julho, registando a maior subida desde Julho de 2007, com as empresas a tentarem prevenir quedas futuras de reservas, segundo a média das estimativas de 63 economistas sondados.

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