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Galp e JM mantêm PSI-20 em queda em dia de indefinição na Europa

A bolsa nacional está a negociar em terreno negativo pela primeira vez em quatro sessões, numa altura em que os principais índices europeus seguem sem rumo definido.

Bruno Simão/Negócios
Rita Faria afaria@negocios.pt 21 de Outubro de 2016 às 12:50
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A bolsa nacional segue em terreno negativo esta sexta-feira, 21 de Outubro, depois de três sessões consecutivas de ganhos que levaram o índice português para o valor mais alto em seis semanas. Nesta altura, o PSI-20 desce 0,41% para 4.717,39 pontos, com 15 cotadas em queda, duas em alta e uma inalterada.

Na Europa, os principais índices negoceiam sem uma tendência definida, numa altura em que os investidores continuam a olhar para os resultados das empresas relativos ao terceiro trimestre, e depois de o BCE não ter surpreendido na reunião de ontem. O banco central deixou inalterados os juros e o programa de compra de activos, tal como já era esperado.

O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, sobe 0,02% para 344,36 pontos.

No plano nacional, a Jerónimo Martins e a Galp Energia são as cotadas que mais penalizam o PSI-20, no dia em que será conhecido o veredicto da DBRS sobre o rating de Portugal.

A retalhista, que apresenta os resultados do terceiro trimestre esta sexta-feira, desce 0,67% para 16,225 euros, enquanto a Galp Energia perde 0,93% para 12,715 euros.

Ainda no sector da energia, a EDP negoceia inalterada nos 3 euros, a EDP Renováveis cai 0,48% para 7,099 euros e a REN desliza 0,34% para 2,658 euros.

A penalizar o comportamento do índice português estão também a Pharol, a Mota-Engil e a Altri. A antiga PT SGPS desliza 1,59% para 24,7 cêntimos, a construtora cede 1,28% para 1,769 euros e a Altri cai 1,39% para 3,20 euros.

Os CTT recuam 0,71% para 5,997 euros, depois de o CaixaBI ter antecipado que a empresa postal terá registado lucros de 44,2 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, uma queda de 12,7% face aos 50,7 milhões de euros um ano antes.

 

Por outro lado, a evitar uma maior descida do PSI-20 estão o BCP e a Sonae. O banco liderado por Nuno Amado sobe 1,12% para 1,8 cêntimos, antes de ser concretizada a fusão de acções na próxima segunda-feira. Já a Sonae valoriza 0,56% para 71,7 cêntimos.

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