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Galp e Nos colocam fim a série de perdas na bolsa nacional

A sessão foi positiva nas praças europeias, que recuperaram parte das perdas sofridas nas últimas sessões devido à turbulência que envolve o Deutsche Bank.

Miguel Baltazar
Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 28 de Setembro de 2016 às 16:45
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A bolsa nacional fechou em alta pela primeira vez em quatro sessões, em linha com o comportamento das principais praças europeias, que também recuperaram das quedas das últimas sessões provocadas pela turbulência na banca alemã.

O PSI-20 ganhou 0,92% para 4.562,33 pontos, com 15 cotadas em alta, duas em queda e uma sem variação. Nas praças europeias os ganhos também foram inferiores a 1%.


O Deutsche Bank liderou a recuperação do sector financeiro na Europa, com as acções do maior banco da Europa a recuperem das fortes perdas das últimas sessões, reagindo positivamente à venda de activos no Reino Unido e à garantia do CEO, John Cryan, de que a possibilidade de realizar um aumento de capital não se coloca neste momento.


Em Lisboa o sector financeiro também se destacou pela positiva, com o BCP a avançar 0,67% para 0,0151 euros, depois de, em comunicado à CMVM, ter confirmado que vai avançar com a fusão das acções, mais um passo decisivo para a entrada da Fosun no capital do banco. O BPI caiu 0,09% para 1,129 euros, com a cotação do banco liderado por Fernando Ulrich a permanecer alinhada com o preço da OPA do CaixaBank (1,134 euros).

Contudo a cotada que mais impulsionou o PSI-20 foi a Galp Energia, contrariando o movimento das últimas sessões. As acções da petrolífera subiram 1,92% para 11,67 euros depois de a Arábia Saudita ter dado sinais de aproximação ao Irão nos níveis de produção de petróleo, sendo que as declarações do ministro saudita levaram o Brent em Londres a negociar acima dos 46 dólares.

Ainda no sector energético, a EDP somou 1,26% para 2,965 euros e a EDP Renováveis valorizou 0,28% para 7,115 euros. 


A Nos também anulou parte das quedas sofridas nas últimas sessões, com os títulos da operadora a avançarem 1,93% para 6,131 euros.

A Jerónimo Martins fechou estável nos 15,34 euros no dia em que a imprensa polaca avança que o Governo do país poderá alterar a lei do imposto sobre o retalho para uma formulação que segundo os analistas é mais favorável para a empresa portuguesa.

Entre as cotadas que marcaram os ganhos mais acentuados também se destacou a Mota-Engil, com uma subida de 3,04% para 1,628 euros.

(notícia actualizada com mais informação às 17:01)

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