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Galp ganha 3,5% e mantém PSI-20 no verde em linha com a Europa

A bolsa nacional está a acompanhar o optimismo que marca a negociação na Europa, animada pelas empresas do sector da energia, depois do acordo entre os membros da OPEP.

Miguel Baltazar/Negócios
Rita Faria afaria@negocios.pt 29 de Setembro de 2016 às 12:48
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A bolsa nacional segue em terreno positivo esta quinta-feira, 29 de Setembro, com o PSI-20 a subir 0,96% para 4.606,27 pontos. Das 18 empresas que o constituem, 11 estão em alta, seis em queda e uma inalterada.

Lisboa está em linha com as principais congéneres europeias, que seguem animadas pela expectativa de que o acordo alcançado entre os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) para reduzir a produção vai ajudar à recuperação dos resultados das energéticas. Este é precisamente o sector que mais impulsiona, com uma valorização superior a 4%. O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, ganha 0,67% para 344,87 pontos.


Por cá, a Galp Energia é a cotada que mais puxa pelo PSI-20, com uma valorização de 3,47% para 12,075 euros. Ainda na energia, a EDP soma 0,98% para 2,994 euros e a EDP Renováveis ganha 0,63% para 7,16 euros.

A beneficiar do acordo do cartel que é responsável por mais de 40% da oferta mundial de petróleo estão também os títulos da Mota-Engil, devido à presença da construtora em países muito dependentes das receitas do petróleo. As acções escalam 5,59% para 1,719 euros.

Na banca, o BCP valoriza 1,32% para 1,53 cêntimos, depois de o conselho de administração ter aprovado a fusão das acções, numa reunião que decorreu esta terça-feira. O plano de fusão, que será concretizado a 24 de Outubro, fará com que os accionistas fiquem com uma acção por cada 75 detidas.

 

Esta fusão abre caminho à entrada da Fosun no capital da instituição, já que era uma das condições apresentadas pelos chineses. O conselho de administração decidiu, assim, mandatar a comissão executiva para prosseguir e finalizar com exclusividade as negociações com o conglomerado chinês.

 

Já o BPI desce 0,09% para 1,128 euros, depois de a Bloomberg ter avançado que responsáveis do CaixaBank terão dito a investidores que se vão opor à compra do Novo Banco por parte do BPI assim que assumirem o controlo do banco português. O CaixaBank recusa-se a comentar esta operação e reitera que está focado na compra do BPI.

 

A Sonae ganha 1,34% para 68 cêntimos e a Jerónimo Martins avança 0,39% para 15,40 euros.

 

Do lado das descidas, destaca-se a Corticeira Amorim, que perde 0,77% para 8,683 euros, depois de ter atingido ontem um novo máximo histórico de 8,94 euros. 

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