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Galp leva bolsa a cair e a contrariar resto da Europa

A bolsa nacional está em queda, contrariando a descida do resto da Europa, num dia em que a Galp Energia volta a deslizar mais de 3%, pressionada pela venda de 4% do seu capital por parte da Eni.

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Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 20 de Novembro de 2015 às 08:08
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O PSI-20 cai 0,52% para 5.323,56 pontos, com oito acções em queda, oito em alta e duas inalterada. No resto da Europa as bolsas mantêm a tendência de subida já registada ontem, dia em que atingiram máximos de três meses.

Na praça lisboeta, a Galp é a cotada que mais pressiona, ao descer 3,63% para 9,70 euros, pressionada pela notícia de venda de 4% do seu capita por parte da italiana Eni. A vendeu 4% do capital da empresa liderada por Carlos Gomes da Silva a um preço de 9,81 euros, segundo um comunicado publicado esta sexta-feira.

No resto do sector da energia a tendência é idêntica, com a EDP a ceder 0,06% para 3,288 euros e a EDP Renováveis a perder 0,56% para 6,346 euros, depois de ter sido revelado que a EDP Renováveis vai iniciar a construção do seu primeiro parque eólico no México e que assinou um novo contrato nos EUA. A excepção é a REN, que sobe 0,57% para 2,637 euros.

Na banca, o BPI e o Banif caem 0,19% para 1,072 euros e 4,00% para 0,24 cêntimos, respectivamente. Enquanto o BCP segue estável nos 5,06 cêntimos. 

A Jerónimo Martins também pressiona, ao cair 0,35% para 12,895 euros, mantendo assim a tendência de queda registada já na última sessão, dia marcado pela notícia de que a Polónia, onde é líder de mercado através da Biedronka, poderá impor uma taxa progressiva sobre os supermercados.

Já os CTT, que ontem registaram uma queda superior a 5%, depois do dia do investidor, estão a subir 0,92% para 8,63 euros. A empresa liderada por Francisco Lacerda trouxe ontem novas informações para os investidores: vai pagar um dividendo de 0,47 euros. O banco CTT, cujos encargos iniciais contribuíram para a descida dos lucros apresentados no terceiro trimestre, vai abrir com 50 lojas até Março de 2016 mas quer ter 604 lojas até 2018. Uma expansão que vai ocorrer numa altura em que as instituições financeiras estão, precisamente, a reduzir a presença física.


(Notícia actualizada com mais cotações)
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