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Ganhos da Jerónimo Martins e BCP não evitam queda da bolsa nacional

O PSI-20 perdeu 0,48% penalizado pelos títulos da Galp Energia e da Brisa.

Ana Luísa Marques anamarques@negocios.pt 30 de Julho de 2010 às 16:49
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O principal índice da bolsa nacional caiu 0,48% para os 7.371,79 pontos, com 13 títulos em queda e sete em alta.

Os ganhos da Jerónimo Martins e do Banco Comercial Português (BCP) não foram suficientes para travar a queda da bolsa portuguesa, que acompanhou a desvalorização dos restante mercados europeus.

Os mercados do Velho Continente fecharam em queda no dia em que a Moody’s admitiu cortar o "rating" da dívida espanhola.

Na bolsa nacional, foi a Galp Energia que mais penalizou o PSI-20. A petrolífera caiu 1,18% para os 12,55 euros, apesar de esta manhã, antes da abertura do mercado, ter apresentado resultados que superaram as previsões dos analistas.

As acções da Brisa caíram 2,47% para os 5,01 euros, um dia depois de Vasco Mello, presidente da concessionária portuguesa, ter afirmado que há um interesse mútuo em que a alienação dos 14,6% da concessionária espanhola Abertis na empresa portuguesa seja feita da forma mais organizada possível.

A impedir maiores quedas na bolsa nacional estiveram os títulos da Jerónimo Martins, que subiram 1,02% para os 8,385 euros, e do BCP, que avançaram 0,61% para os 0,664 euros.

Em queda fechou a Portugal Telecom no dia em que o ING e o Bernstein Research melhoraram a avaliação da empresa. Para a casa de investimento Bernstein Research, o “negócio da PT [venda da Vivo e entrada na Oi] é muito melhor do que parece. Para todos”.

Já o grupo ING refere que o desfecho do impasse da PT no Brasil foi "um resultado melhor do que o mercado está a incorporar no preço" da operadora.

Os analistas do ING aproveitaram o desfecho do negócio da PT no Brasil para reiterar a sua recomendação de "comprar" os títulos. Os analistas acreditam que o negócio, apesar de complexo, é bom e que “quando o mercado reconhecer a criação de valor” vai levar as acções a negociarem mais próximo do preço-alvo de 11,50 euros por acção.

As acções da PT caíram 0,17% para os 8,446 euros.

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