Bolsa General Electric e Mastercard aguentam Dow Jones mas Alphabet corta ímpeto do Nasdaq

General Electric e Mastercard aguentam Dow Jones mas Alphabet corta ímpeto do Nasdaq

As principais bolsas norte-americanas abriram com uma tendência mista, sustentadas pelo bom desempenho da GE e Mastercard, mas com a Alphabet a exercer pressão negativa depois dos resultados abaixo do esperado. Também a frente comercial traz mais cautela.
General Electric e Mastercard aguentam Dow Jones mas Alphabet corta ímpeto do Nasdaq
Reuters
Carla Pedro 30 de abril de 2019 às 14:40

O Standard & Poor’s 500 segue a ceder 0,16% para 2.938,39 pontos, depois de ontem ter marcado a meio da sessão um novo máximo histórico, nos 2.949,52 pontos.

 

Também o tecnológico Nasdaq Composite segue no vermelho, a recuar 0,51%, para 8.120,22 pontos. Ontem estabeleceu um novo recorde, ao tocar nos 8.176,08 pontos.

 

Em contrapartida, o Dow Jones soma 0,11%, para 26.584,78 pontos.

 

A contribuir para sustentar o índice industrial estão sobretudo a General Electric e a Mastercard, depois de anunciarem lucros superiores às expectativas.

 

O mesmo não acontece com a Alphabet, que segue a afundar 7,54% para 1.198,52 dólares, pressionando assim fortemente o Nasdaq, depois de ontem ter reportado números que dececionaram o mercado.

 

As receitas da empresa liderada por Larry Page aumentaram, mas ficaram abaixo do esperado e os analistas fizeram traduzir a sua desilusão no desempenho das ações, que depois de anunciadas as contas caíam mais de 7%. Isto depois de, durante a sessão, a tecnológica ter chegado a marcar um novo máximo histórico, catapultando para 24% o ganho do acumulado do ano.

 

Esta noite será a vez de a Apple apresentar as suas contas, após o fecho da sessão em Wall Street.

 

A travar as bolsas norte-americanas está também o relato do The Wall Street Journal de que as tarifas aduaneiras punitivas constituem um obstáculo nas novas negociações comerciais entre Washington e Pequim.

 

Esta terça-feira, a delegação norte-americana, liderada pelo representante para o Comércio Externo, Robert Lighthizer, e pelo secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, viaja para Pequim para uma nova ronda de negociações. A expectativa tem sido a de que seja alcançado um acordo comercial entre os dois países no início de maio.




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