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General Electric leva Wall Street para perto de máximos históricos

Os índices de acções norte-americanos fecharam a última sessão da semana em alta, num dia marcada pelo plano de reestruturação anunciado pela General Electric, que vai gastar até 50 mil milhões de dólares em acções próprias.

Bloomberg
David Santiago dsantiago@negocios.pt 10 de Abril de 2015 às 21:31
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As bolsas norte-americanas fecharam em alta, impulsionadas pela maior subida em seis anos da General Electric, que colocou o S&P 500 a menos de 1% de atingir novos máximos históricos.

 

O Dow Jones valorizou 0,55% para 18.057,65 pontos e o Nasdaq somou 0,43% para 4.995,977 pontos. O S&P 500 ganhou 0,5% para 2.101,7 pontos e ficou mais perto do máximo histórico que atingiu a 2 de Março.  Também o Dow Jones e o Nasdaq estão a pouco mais de 1% de fixarem recordes.

 

A marcar a sessão desta sexta esteve o anúncio de um plano de reorganização feito pela General Electric (GE). A operadora eléctrica norte-americana pretende abandonar a generalidade das operações detidas pelo grupo na área financeira e vender a maior parte do portefólio detido na área imobiliária ao fundo Blackstone Group e à financeira Wells Fargo, num negócio que deverá ascender aos 21,7 mil milhões de euros

 

No âmbito desta reestruturação, a GE já autorizou a recompra de acções num valor aproximado de 50 mil milhões de dólares, segundo refere a agência Bloomberg. Foi sobretudo esta última notícia que levou as acções da GE a valorizar 10,8% para 28,51 dólares.

 

A centrar atenções dos investidores está também a política monetária que será seguida pela Reserva Federal. Jeffrey Lacker, presidente da Reserva Federal de Richmond, defendeu esta sexta-feira que o banco central deve subir os juros em Junho . Isto depois de as minutas da Fed divulgadas na passada quarta-feira, referentes à reunião de Março da autoridade monetária, mostrarem que os governadores estão divididos quanto à data em que será decretada a propalada subida das taxas de juro que se encontram em níveis próximos de zero. 

 

També a apresentação de resultados do primeiro trimestre está a condicionar os mercados. Depois de a Alcoa ter iniciado a época de apresentação de contas com números pouco favoráveis, na próxima semana segue-se o JP Morgan Chase, a Johnson & Johnson e a Intel, entre outras empresas.

 

A Netflix valorizou mais de 3% depois de o Citigroup ter elevado a recomendação das acções da cotada de "neutral" para "comprar", sublinhando o impulso garantindo pelo recente lançamento de conteúdos e ainda os conteúdos que serão estreados durante 2015.

 

Já a Apple valorizou 0,43%  para 127,1 dólares após a tecnológica ter começado a receber ordens de encomenda para o novo Apple Watch. 

 

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