Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

GM e Citigroup animam praças norte-americanas

As principais bolsas dos Estados Unidos abriram o ano em terreno positivo, acompanhando a tendência das congéneres da Europa e da Ásia. O bom desempenho da General Motors e do Citigroup estão a contribuir para a tendência.

Carla Pedro cpedro@negocios.pt 02 de Janeiro de 2009 às 14:40
  • Assine já 1€/1 mês
  • ...
As principais bolsas dos Estados Unidos abriram o ano em terreno positivo, acompanhando a tendência das congéneres da Europa e da Ásia. O bom desempenho da General Motors e do Citigroup estão a contribuir para a tendência.

O Dow Jones seguia a ganhar 0,33%, fixando-se nos 8.805,31 pontos, e o S&P 500 subia 0,11%, para 904,25 pontos.

O índice tecnológico Nasdaq marcava 1.578,87 pontos, com uma valorização de 0,12%.

As praças norte-americanas conseguiram, assim, inverter a tendência negativa com que estavam nos futuros. O mercado está à espera dos dados relativos à actividade industrial em Dezembro, a serem divulgados esta tarde. A perspectiva é de que se tenha contraído ao ritmo mais acelerado de quase três décadas, o que poderá pressionar as bolsas.

A General Motors, maior fabricante automóvel norte-americana, seguia em alta, impulsionada pelo facto de já ter recebido 4 mil milhões de dólares de um empréstimo de resgate no valor de 17,4 mil milhões de dólares prometido pelo Departamento do Tesouro à GM e à Chrysler, com o intuito de evitar a falência destas empresas.

O Citigroup também seguia a ganhar terreno, animado com o anúncio do seu CEO, Vikram Pandit, e do seu “chairman”, Win Bischoff, que vão prescindir dos seus bónus de 2008 devido ao facto de o banco ter perdido 75% do seu valor de mercado e ter recebido uma ajuda do governo norte-americano no valor de 45 mil milhões de dólares.

Do lado negativo, o *Wells Fargo* cedia mais de 2%, depois de fechar a aquisição do *Wachovia* Corp, no valor de 12,7 mil milhões de dólares. Os economistas prevêem que as execuções hipotecárias continuarão a aumentar e alguns estimam mesmo que o desemprego em 2009 atinja um máximo de 26 anos, salientou a Bloomberg.

A união do Wells e do Wachovia cria o segundo maior banco dos EUA por depósitos e a maior rede de costa a costa, com mais de 6.600 sucursais.

Ver comentários
Outras Notícias