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Grupo EDP ajuda bolsa nacional a subir pela segunda sessão

A boa prestação das duas representantes do grupo EDP na bolsa nacional deram força ao índice, que terminou a semana em alta. No resto da Europa, o dia foi também de ganhos.

Sérgio Lemos
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 10 de Julho de 2020 às 16:44
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O índice PSI-20 terminou a sessão desta sexta-feira a subir 0,77% para os 4.464,64 pontos, acompanhando o sentimento positivo das congéneres europeias, num dia em que os resultados empresariais se sobrepuseram à subida histórica de casos covid-19 em todo o mundo.

As ações do setor da tecnologia deram o impulso necessário para que o Stoxx600 terminasse "no verde", após a fabricante de chips da Apple, a TSMC, ter apresentado receitas acima das expectativas para o trimestre que termina em junho. 

Apesar de ter começado o dia em queda, em linha com o resto da Europa, a bolsa nacional inverteu a meio da sessão, com o grupo EDP a conseguir reverter para ganhos. A EDP ganhou 1,14% para os 4,536 euros por ação e a EDP Renováveis avançou 2,23% para os 13,74 euros por ação. 

A registar ganhos esteve também o setor do retalho, com a Jerónimo Martins - dona do Pingo Doce - a ganhar 0,75% para os 15,435 euros por ação e a Sonae, que detém o Continente, a registar uma valorização de 1,66% para os 64,4 cêntimos por ação. 

A petrolífera Galp terminou esta última sessão da semana a subir 0,43% para os 10,465 euros, numa altura em que o preço do petróleo Brent sobe 1,49% para os 42,98 dólares por barril. Já o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) avança 1,46% para os 40,20 dólares por barril. 

Em contraciclo esteve o BCP, que recuou 1,04% para os 10,51 cêntimos por ação, assim como os CTT, que deslizou 2,34% para os 2,175 euros. 

Semana em alta para Lisboa
Para além da sessão de hoje ter terminado de forma positiva para a bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 conseguiu também acumular um ganho durante esta semana de 1,35%, repetindo o feito da semana anterior. 

As cotadas que mais subiram foram o grupo Ibersol (+12,40%), depois de ter consumado uma valorização superior a 20% a meio da semana, e a EDP Renováveis (7,18%), mesmo numa semana em que o seu ex-CEO, João Manso Neto, foi suspenso pelo tribunal. 

No lado oposto, a semana foi negativa para o Banco Comercial Português, que acumulou uma perda de 2,69%, liderando assim as piores prestações da semana. Seguiu-lhe a Nos, com uma perda de 2,49%, e a Pharol, que deslizou 1,18%. 
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