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Grupo EDP continua a acelerar e PSI-20 vai à boleia

A bolsa nacional distingue-se numa Europa muito dividida entre o verde e o vermelho. Por cá, o destaque vai novamente para as cotadas do grupo EDP.

A bolsa portuguesa tem sido incapaz de atrair novas empresas para o mercado de capitais português.
Miguel Baltazar
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 14 de Outubro de 2020 às 16:46
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A bolsa nacional fechou em alta, com o principal índice, o PSI-20, a somar 0,34% para os 4.300,30 pontos. É a terceira sessão consecutiva para o PSI-20 no verde, e esta quarta-feira conta com o impulso de sete cotadas em alta, que ganham o braço de ferro contra as 10 que se posicionaram no vermelho.

 

A bolsa lisboeta pende para o terreno positivo num dia em que as principais praças da Europa se dividem entre um lado e o outro da linha de água. Lá fora, alguns dos maiores bancos norte-americanos apresentaram resultados, e também não houve união: o Goldman Sachs surpreendeu pela positiva mas o Bank of America desiludiu.  

 

Por cá, o destaque vai novamente para as cotadas do grupo EDP. A EDP Renováveis somou 2,73% para os 17,30 euros, contabilizando a terceira sessão consecutiva de fortes ganhos. No início da semana arrancou com uma subida de mais de 7,5% e no dia seguinte fechou a valorizar 3,44%. Este desempenho entrega um novo máximo histórico à cotada, de 17,56 euros, que foi atingido na sequência de uma subida intradiária de 4,28%.

A "mãe" EDP não ficou longe, fechando o pódio dos ganhos ao somar 1,33% para os 4,71 euros. Numa nota de research recente, o Goldman Sachs recomenda "comprar" estas duas cotadas, nas quais vê um grande potencial de crescimento no campo das renováveis.

 

A pesada Galp também se afirmou no verde, apreciando 1,02% para os 8,32 euros. A petrolífera avança em sintonia com a matéria-prima, num altura em que os barris em Londres e em Nova Iorque contam valorizações de perto de 2%. Os preços do petróleo estão a encontrar suporte na desvalorização do dólar, a moeda em que o "ouro negro" é denominado.

 

A travar um melhor desempenho do índice está a pesada Jerónimo Martins, que resvala 1,47% para os 14,74 euros. O BCP também não permite um desempenho mais brilhante ao exibir uma queda de 0,76% para os 7,88 cêntimos. Foi a quarta sessão seguida do banco no vermelho.


(notícia atualizada às 16:55)

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