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Impresa acentua quedas para mínimos de mais de três anos

A despromoção do PSI-20 continua a penalizar os títulos da Impresa, que já perde mais de 15% nas últimas três sessões. As acções estão no valor mais baixo desde Janeiro de 2013: 35 cêntimos.

Bruno Simão/Negócios
Rita Faria afaria@negocios.pt 10 de Março de 2016 às 09:29
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A Impresa continua em forte queda na bolsa nacional. Os títulos estão a afundar esta quinta-feira, 10 de Março, continuando a reflectir o anúncio da despromoção da empresa de medida do principal índice da bolsa nacional.

Os títulos recuam 2,78% para 35 cêntimos – o valor mais baixo desde Janeiro de 2013 – elevando para mais de 15,5% a desvalorização acumulada nas últimas três sessões, desde que a Euronext Lisboa anunciou que a dona da SIC será uma das cotadas a ser despromovida do índice de referência.

Só na primeira hora de negociação já trocaram de mãos quase 74 mil acções da Impresa, quando a média diária dos últimos seis meses é de 85.685. Contudo, este valor foi largamente ultrapassado na terça e quarta-feira, sessões em que foram transaccionados 366.791 e 402.069 títulos, respectivamente.

A Impresa cai 25,69% desde o início do ano, o segundo pior desempenho entre as cotadas do PSI-20, a seguir à Pharol, que afunda 42% no mesmo período.

Juntamente com a Teixeira Duarte, a Impresa vai sair do PSI-20 já no próximo dia 18 de Março, no âmbito da revisão anual do índice. A construtora também está a negociar em queda. Desce, nesta altura, 1,82% para 27 cêntimos.

A Corticeira Amorim, a Sonae Capital e o fundo do Montepio são as três cotadas que vão passar a integrar o índice principal, com o PSI-20 a passar a contar novamente com 18 empresas, o número mínimo exigido pelas regras da gestora da bolsa de Lisboa.

 

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