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Indicadores e resultados pressionam abertura das bolsas dos EUA

As bolsas dos EUA arrancaram a semana no verde mas já passaram para terreno negativo. Os dados sobre a indústria chinesa, as decisões do banco central da Austrália e resultados de empresas como o AIG estão a pressionar.

Bloomberg
Rita Faria afaria@negocios.pt 03 de Maio de 2016 às 14:42
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Os principais índices norte-americanos abriram em queda esta terça-feira, 3 de Maio, depois de o S&P500 ter registado na sessão anterior a maior valorização das duas últimas semanas.

A pressionar as bolsas estão alguns indicadores que reavivaram os receios em torno do crescimento da economia global - como a quebra da indústria chinesa - e os resultados de empresas como o American International Group (AIG), que falharam as estimativas dos analistas.

O índice industrial Dow Jones desce 0,52% para 17.797,27 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq perde 0,67% para 4.785,44 pontos. Já o S&P500 recua 0,6% para 2.069,32 pontos.

Segundo um estudo privado, divulgado esta terça-feira, a actividade das fábricas chinesas caiu, em Abril, pelo 14.º mês consecutivo. Por outro lado, o banco central da Austrália cortou inesperadamente a taxa de juro de referência para o mínimo histórico de 1,75%, quando a maioria dos analistas consultados pela Reuters não esperava qualquer alteração.

"As notícias negativas vindas da China e o facto de a Austrália ter de estimular novamente a sua economia estão a assustar os mercados hoje", refere Peter Cardillo, economista da First Standard Financial, em Nova Iorque, citado pela Reuters.

Ainda que grande parte dos resultados trimestrais das empresas do S&P500 tenha superado as estimativas dos especialistas consultados pela agência noticiosa, estes ainda esperam uma queda dos lucros de 5,7% face ao mesmo período do ano passado.

OAmericanInternationalGroup apresentou prejuízos pelo terceiro trimestre consecutivo. A empresa fechou os primeiros três meses deste ano com um resultado líquido negativo de 183 milhões de dólares. Os títulos da companhia caem 2,16% para 55,37 dólares.

A Pfizer, pelo contrário, apresentou lucros de 67 cêntimos por acção, superando as projecções dos analistas que apontavam para 55 cêntimos. A empresa também reviu em alta as suas estimativas de lucros e vendas para o conjunto do ano. A farmacêutica avança 2,56% para os 33,64 dólares em Nova Iorque.

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