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Investidores aplaudem dados do emprego nos EUA e catapultam Wall Street

As bolsas do outro lado do Atlântico encerraram em alta, sustentadas sobretudo pelos bons dados do emprego de novembro. A expectativa de que Washington e Pequim cheguem a um entendimento a tempo de evitar a entrada em vigor de novas tarifas aduaneiras já a 15 de dezembro também animou a negociação.

Carla Pedro cpedro@negocios.pt 06 de Dezembro de 2019 às 21:05
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O Dow Jones fechou a somar 1,22% para 28.014,69 pontos e o S&P 500 avançou 0,91%, para 3.145,91 pontos.

 

O tecnológico Nasdaq Composite seguiu a mesma tendência, terminando a valorizar 1% para 8.656,53 pontos.

 

Os principais índices de Wall Street não conseguiram regressar a território de máximos históricos e derrubar os recordes estabelecidos no passado dia 27 de novembro, mas andam perto.

 

A impulsionar a negociação estiveram sobretudo os dados do mercado laboral nos EUA em novembro. A economia norte-americana criou 266 mil novos postos de trabalho (excluindo o setor agrícola), mais 80 mil do que antecipavam os analistas. Trata-se do maior volume mensal de empregos criados desde janeiro.

 

Esta notícia animou os investidores, com os operadores a fazerem subir o valor dos ativos de risco, como as ações, perante mais uma evidência de que a economia dos EUA não está a dar sinais de recessão.

 

Os principais índices do outro lado do Atlântico também continuaram a ser impulsionados pela expectativa de que as negociações entre Washington e Pequim com vista a um acordo comercial parcial – chamado de "fase um" – progridam bem e haja um entendimento passível de adiar a entrada em vigor de uma nova fornada de tarifas aduaneiras (dos EUA sobre produtos chineses) a partir do próximo dia 15 de dezembro.

 

O otimismo regressou na quarta-feira aos mercados, depois de três sessões no vermelho, isto após a Bloomberg avançar que os representantes comerciais das duas maiores economias do mundo estavam perto de chegar a entendimento quanto à dimensão do alívio tarifário (as taxas alfandegárias que estão atualmente em vigor e que foram sendo impostas, de parte a parte, desde junho do ano passado) nesta "fase um" do acordo. Segundo Donald Trump, as negociações estão a correr "bem".

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