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Jerónimo Martins e banca sustentam bolsa

A bolsa nacional fechou a sessão a valorizar, impulsionada pelos ganhos da Jerónimo Martins e da banca, num dia em que o BCP foi o destaque. Entre as congéneres europeias verificou-se uma travagem no final da sessão.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 22 de Abril de 2013 às 16:45
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O PSI-20 subiu 0,57% para 5.852,53 pontos, com 11 acções em alta, cinco em queda e duas inalteradas. Entre as praças europeias a sessão foi de ganhos durante toda a sessão, mas a partir das 14h30 verificou-se uma travagem no entusiasmo e há mesmo índices que seguem em queda. Já as bolsas dos países periféricos foram as que mais subiram.

 

Na bolsa nacional o grande destaque foi o BCP, ao subir 2,11% para 0,097 euros, no dia em que confirmou que chegou a acordo para vender o Millennium Bank na Grécia ao Piraeus por um milhão de euros. O banco português vai injectar 400 milhões de euros na instituição compradora e vender a posição com que vai ficar no Piraeus posteriormente. O BCP deverá ainda receber cerca de 900 milhões de euros, valor que injectou em liquidez no Millennium Bank.

 

Na restante banca, o sentimento foi igualmente de ganhos, com o BES a avançar 1,04% para 0,778 euros, com o BPI a crescer 1,14% para 0,973 euros e o Banif a fechar estável nos 0,113 euros.

 

A Jerónimo Martins também contribuiu para a subida da bolsa nacional, ao avançar 1,75% para 16,30 euros. Foi, aliás, a cotada que mais impulsionou o índice.

 

Em destaque estiveram também as acções da EDP, apesar do fecho não ter sido expressivo. Contudo, durante a sessão as acções da eléctrica liderada por António Mexia atingiram o valor mais elevado desde Outubro de 2011, ao tocar nos 2,519 euros. Os títulos recuaram 0,08% para 2,501 euros. Em alta ligeira fecharam também as acções da EDP Renováveis, ao avançarem 0,16% para 3,71 euros.

 

Do lado oposto estiveram os títulos da Galp Energia, ao perderem 0,55% para 11,68 euros, travando assim os ganhos no índice.

 

A Zon também pressionou a bolsa, ao perder 0,90% para 3,202 euros, enquanto o restante sector fechou em alta. A Sonaecom subiu 1,88% para 1,676 euros e a Portugal Telecom avançou 0,60% para 3,835 euros.

 

Fora do principal índice, mas a atingir o valor mais elevado desde Janeiro de 2012, esteve a Impresa, cujos títulos fecharam a subir 1,79% para 0,57 euros, mas tocaram nos 0,59 euros.

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