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JM regista a maior queda em sete meses e dita descida da bolsa nacional

A bolsa nacional caiu pela primeira vez em quatro dias, contrariando a subida das congéneres europeias. A Jerónimo Martins foi a grande responsável, depois de a Polónia anunciar que vai aplicar o imposto sobre as receitas do retalhistas.

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Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 02 de Julho de 2019 às 16:44
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A bolsa nacional fechou em queda, contrariando as subidas registadas no resto da Europa, num dia em que o grande destaque foi a Jerónimo Martins, que afundou mais de 5%, naquela que foi a maior desvalorização da retalhista nacional desde outubro de 2018.

O PSI-20 encerrou a ceder 0,76% para 5.149,16 pontos, com 12 cotadas em queda e seis em alta. 

Entre os congéneres europeus o final do dia foi de ganhos ligeiros, numa sessão marcada por oscilações entre ganhos e perdas. A pesar na negociação esteve a ameaça dos EUA de implementarem tarifas adicionais sobre bens importados da União Europeia, no valor de cerca de quatro mil milhões de dólares, acabou por pesar na negociação. 

Do lado oposto esteve a posição assumida por Itália, que revelou que vai rever as suas previsões de défice para 2,04% este ano para evitar sanções europeias. Algo que reduz a probabilidade de tensão entre Roma e a Comissão Europeia. O Stoxx 600, índice que agrega as 600 maiores cotadas europeias, segue a subir 0,41%. 

Na bolsa nacional, o destaque foi a Jerónimo Martins, que perdeu 5,19% para 13,79 euros, naquela que foi a maior queda diária da retalhista desde 31 de outubro. Foi hoje notícia que a Polónia vai mesmo avançar com um imposto sobre as receitas das retalhistas a partir de 1 de setembro.

A pesar na negociação esteve também a Galp Energia, ao recuar 1,13% para 13,615 euros, numa altura em que os preços do petróleo estão a descer mais de 3%, a refletir os receios de menor procura no futuro devido a um abrandamento da economia e de uma guerra comercial entre os EUA e a Europa. 

Em queda fechou também o BCP, ao ceder 0,22% para 0,2745 euros. 

Do lado oposto esteve a EDP ao subir 1,34% para 3,395 euros, assim como a Navigator, ao avançar 0,06% para 3,412 euros, no dia em que foi alvo de uma nota de análise por parte da Kepler Cheuvreux, que iniciou a cobertura da Navigator, com a avaliação a dar à ações um potencial de 17%.

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