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Lisboa contraria Europa vermelha. BCP escala 4% apesar de banco polaco no "lixo"

A bolsa portuguesa terminou a sessão em alta, contrariando as perdas verificadas na maioria das praças europeias. A liderar os ganhos esteve o BCP.

A bolsa de Lisboa sobe mais de 14% desde o início da guerra, contrariando o movimento de correção das congéneres europeias e americanas.
Pedro Catarino
Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 05 de Agosto de 2022 às 16:47
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O PSI terminou a derradeira sessão da semana a subir 0,68%, para os 6.076,90 pontos. A praça portuguesa contrariou o dia negativo vivido na generalidade das bolsas europeias, com exceção de Madrid, que avança cerca de 0,25%, e Londres, que segue sobre a linha d'água.

Das 15 cotadas do índice nacional apenas três fecharam no vermelho, enquanto a Corticeira Amorim encerrou inalterada e as restantes 11 registaram valorizações.

O destaque do dia vai para o BCP, que escalou 4,13%, para 0,1489 euros. O banco liderado por Miguel Maya superou o desempenho do setor na Europa, que ganhou cerca de 1%, num dia em que a Fitch cortou em dois níveis o rating do Bank Millennium, filial polaca do BCP, para uma classificação de "lixo".

Também o setor energético viveu um dia positivo. A Greenvolt avançou 2,14% para um novo máximo histórico nos 9,07 euros, enquanto a Galp subiu 1,39%, até aos 10,1 euros. Na família EDP, o braço para as renováveis ganhou 1% e a casa-mãe subiu 0,18%.

A impedir maiores ganhos do PSI esteve a Jerónimo Martins, cotada com maior peso no índice. A retalhista dona do Pingo Doce caiu 1,42%. REN e Navigator, com perdas de 0,18% e 0,05%, respetivamente, foram as outras cotadas a fechar no vermelho.
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