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Lisboa fecha no vermelho com energia a pesar

A bolsa portuguesa encerrou em terreno negativo, contrariando os ganhos registados na maioria das praças europeias.

A partir de março de 2022, o índice de referência nacional muda de nome e passa a chamar-se apenas PSI.
Miguel Baltazar
Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 21 de Junho de 2022 às 16:46
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O PSI recuou 0,79%, para os 5.952,54 pontos, contrariando os ganhos observados na maioria das praças europeias.

Das 15 cotadas do índice, cinco fecharam em alta e as restantes 10 terminaram o dia no vermelho.

A pesar mais no desempenho da praça portuguesa estiveram as cotadas do setor elétrico, com a EDP a liderar as quedas ao perder 3%, para os 4,393 euros.

Ainda nas empresas associadas a este setor, a Greenvolt recuou 2,12%, a EDP Renováveis caiu 2,07% e a REN perdeu 1,25%, acompanhando o desempenho das "utilities" na Europa.

Também a puxar para baixo o índice nacional esteve a Jerónimo Martins, a cotada com maior peso, que cedeu 2,17%.

A limitar as quedas, o BCP seguiu a tendência da banca europeia e fechou a ganhar 1,37%, para 0,1775 euros. Também a Galp ajudou a conter a queda do PSI ao subir 0,93%, beneficiando da subida dos preços do petróleo.

Ainda em alta fechou a Mota-Engil, com um ganho de 0,64%, no dia em que anunciou ter conquistado um contrato no México no valor de 580 milhões de euros.
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