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Máximo da Portugal Telecom impede desvalorização do PSI-20

A bolsa nacional negociava pouco alterada, enquanto as restantes praças europeias desvalorizavam, pressionada pelo comportamento do Banco Comercial Português e Jerónimo Martins, que vai anunciar amanhã as receitas de 2003 e impulsionada com o novo máximo

Bernardo Meira bmeira@mediafin.pt 07 de Janeiro de 2004 às 12:42
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A bolsa nacional negociava pouco alterada, enquanto as restantes praças europeias desvalorizavam, pressionada pelo comportamento do Banco Comercial Português e Jerónimo Martins, que vai anunciar amanhã as receitas de 2003 e impulsionada com o novo máximo da PT.

O PSI-20 [PSI20] marcava 6.821,97 pontos, com sete títulos a valorizar, oito em queda e cinco inalterados, com 59,3 milhões de euros negociados.

«Num dia sem divulgação de dados económicos, os mercados estão em queda ligeira em termos de variação e preço, havendo alguns títulos com grande volume de transacções», afirmou Pedro Coelho da Atrium. «O mês de Dezembro foi muito positivo», acrescentou.

O Banco Comercial Português (BCP) [BCP] liderava as perdas do índice com uma queda de 0,57% para os 1,75 euros, com cerca de 16 milhões de acções a mudarem de carteira até ao momento. O banco liderado por Jorge Jardim Gonçalves continua a ser penalizado pela interrupção das negociações para a venda da Seguros e Pensões, uma interrupção considerada negativa pelos analistas. A Goldman Sachs reviu em baixa a recomendação para o BCP, baixando para "underperform" (desempenho abaixo do mercado).

Ainda na banca, o Banco BPI [BPIN] recuava 0,34% para os 2,92 euros e o Banco Espírito Santo [BESNN] mantinha-se inalterado nos 13,09 euros.

A Portugal Telecom (PT) [PTC] somava 0,73% para os 8,23 euros, com 1,6 milhões de títulos transaccionados, atingindo um novo máximo desde Abril de 2002. A subsidiária PT Multimédia, também está a impedir maiores perdas do PSI-20 ao avançar 0,63% para os 15,92 euros.

A SAG Gest [SAG] perdia 0,68% para os 1,47 euros por acção, depois de ter anunciado um crescimento de 33% das vendas automóveis.

No retalho, a Jerónimo Martins [JMAR] descia 1,93% para os 10,18 euros, na véspera do anúncio de receitas anuais. A Espírito Santo Research baixou a recomendação da empresa de «neutral» «para vender».

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