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Nasdaq já está positivo no acumulado do ano

As bolsas do outro lado do Atlântico fecharam em alta, com o tecnológico Nasdaq a conseguir regressar ao verde no saldo anual. Nem o novo aumento dos pedidos de subsídio de desemprego retirou otimismo à sessão desta quinta-feira.

Reuters
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 07 de Maio de 2020 às 21:11
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O Dow Jones encerrou a somar 0,89% para 23.875,89 pontos e o Standard & Poor’s 500 avançou 1,15% para 2.881,19 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite subiu 1,41% paras 8.979,66 pontos, tendo conseguido voltar a ter um saldo anual positivo - a ganhar 0,1%.

 

Já o Dow e o S&P 500, apesar dos ganhos, estão ainda longe de ter um cômputo anual positivo, com o primeiro a acumular uma perda de 16,5% desde o início do ano e o segundo uma desvalorização de 10,7%.

 

Os índices foram grandemente animados pela reabertura gradual da atividade económica nos Estados Unidos, o que ofuscou os maus dados do mercado laboral.

 

Na semana passada mais 3,2 milhões de pessoas pediram subsídio de desemprego, elevando o total das últimas sete semanas para 33,5 milhões – ou seja, desde que entraram em vigor, a meio de março, as medidas de confinamento.

 

No entanto, o número de novos pedidos destes apoios tem vindo a diminuir nas últimas cinco semanas, indicando que o pior do choque da pandemia no mercado de trabalho poderá já ter passado.

 

Amanhã sairão os dados da taxa de desemprego em abril, que se estima que tenha disparado.

 

Kevin Hassett, economista da Casa Branca, advertiu que a taxa de desemprego poderá ter disparado para 20% em abril – se assim for, terá atingindo este patamar dois meses mais cedo do que se previa.

 

A ajudar ao bom sentimento de hoje estiveram vários resultados que agradaram ao mercado.

 

A Lyft, a Peloton e a Bristol-Meyers Squibb ganharam terreno depois de apresentarem contas trimestrais acima do previsto pelos analistas.

 

Por outro lado, a Moderna chegou a disparar 16% depois de anunciar que a autoridade reguladora dos medicamentos nos EUA aprovou a passagem à segunda fase de testes do seu fármaco de combate ao coronavírus.

 

Ainda a animar estiveram também as cotadas da energia, num dia em que os preços do petróleo dispararam nos mercados internacionais.

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