Bolsa Novos receios na frente comercial tiram ganhos a Wall Street depois de novo recorde

Novos receios na frente comercial tiram ganhos a Wall Street depois de novo recorde

As bolsas norte-americanas fecharam em baixa, pressionadas pelos relatos de que os EUA e a China poderão não assinar um acordo comercial parcial no próximo mês. Ainda assim, o S&P 500 atingiu novo máximo histórico durante a sessão, antes de inverter para o vermelho, na expectativa da decisão da Fed e das contas da Apple e Facebook na quarta-feira.
Novos receios na frente comercial tiram ganhos a Wall Street depois de novo recorde
Reuters
Carla Pedro 29 de outubro de 2019 às 20:03

O Dow Jones encerrou a deslizar 0,07% para 27.070,81 pontos, a rondar o seu máximo de todos os tempos, marcado a 16 de julho nos 27.398,68 pontos.

 

Por seu lado, o Standard & Poor’s 500 cedeu 0,08% para 3.036,86 pontos, tendo durante a sessão atingido um novo máximo histórico nos 3.047,87 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite recuou 0,59% para 8.276,85 pontos, perto do seu recorde de sempre, atingido no passado dia 26 de julho nos 8.339,64 pontos.

 

Os relatos de que Washington e Pequim poderão não assinar um acordo comercial parcial no próximo mês – o que contradiz o que foi ontem avançado – acabaram por pesar sobretudo no setor tecnológico, que obtém parte das receitas com os negócios na China. 

 

O Nasdaq foi também pressionado pela Alphabet – que ontem reportou lucros abaixo do esperado.

 

Ainda assim, neste setor, os investidores aguardam com otimismo os resultados da Apple e do Facebook, que serão reportados amanhã depois do fecho de Wall Street.

 

Também a decisão de política monetária da Fed, a ser anunciada amanhã, está na agenda dos investidores, numa altura em que é reforçada a expectativa de um novo corte de juros de 25 pontos base da taxa diretora do banco central.

 

Dois setores que tiveram um bom comportamento – levando a que o S&P 500 tivesse atingido um novo recorde durante a sessão – foram o farmacêutico (impulsionados pelos resultados sólidos da Merck e Pfizer) e o da banca (animados pelo facto de o secretário norte-americano do Tesouro, Steven Mnuchin, ter dito que está aberto a uma flexibilização das regras impostas aos bancos).

 




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