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O futuro escreve-se em mandarim. BlackRock aposta em ações chinesas

O gigante norte-americano está a aparar os investimentos em ações indianas e a adoptar um perfil mais optimista no que toca aos títulos chineses.

Reuters
Fábio Carvalho da Silva fabiosilva@negocios.pt 23 de Novembro de 2021 às 18:16
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"O momento para investir em ações chinesas é agora", defendeu Lucy Liu do departamento de mercados emergentes do BlackRock, citado pela Bloomberg.

O gigante norte-americano está a aparar os investimentos em ações indianas e a adoptar um perfil mais optimista no que toca aos títulos chineses.

"As valorizações são fundamentais neste momento", explicou Belinda Boa, responsável pelo de departamento de gestão de ativos, para o continente asiático do BlackRock.

Para Liu, neste momento, o ambiente "é favorável para as ações chinesas". Neste momento o investimento do banco no mercado chinês está focado em sustentabilidade e segurança.

Relativamente à Índia, o BlackRock está desiludido "com o número de Ofertas Públicas Iniciais (IPO na sigla anglo-saxónica)", mas ainda acredita no potencial do "setor tecnológico do país", em particular as empresas dedicadas aos serviços de internet.

Há uma semana, outro gigante do investimento, o JP Morgan Chase, já tinha avisado que nos próximos tempos os investidores devem incluir nas suas carteiras obrigações e ações chinesas.

O relatório do JP Morgan é claro: apesar de o crescimento económico chinês ter abrandado para níveis próximos de 1990, o futuro das finanças escreve-se em mandarim.

"A China já representa um quinto do PIB global, mas o investimento estrangeiro no país é mínimo", escreve John Bilton, responsável pelo departamento de ativos do banco.

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