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Petróleo leva bolsas dos EUA a desvalorizarem

As bolsas norte-americanas seguiam a cair, condicionadas por nova subida do preço do petróleo, que avançava hoje mais de 1,6% em Nova Iorque e Londres, depois de ter encerrado a semana passada a desvalorizar o máximo de mais de um ano e meio. O Dow Jones

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 06 de Dezembro de 2004 às 15:33
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As bolsas norte-americanas seguiam a cair, condicionadas por nova subida do preço do petróleo, que avançava hoje mais de 1,6% em Nova Iorque e Londres, depois de ter encerrado a semana passada a desvalorizar o máximo de mais de um ano e meio. O Dow Jones caía 0,50% e o Nasdaq deslizava 0,38%.

O Dow Jones [indu] caía 0,50%, para 10.539,67 pontos e o Nasdaq [ccmp] recuava 0,38%, para 2.139,77 pontos.

O contrato futuro de crude [cl1] valorizava 1,57%, para 43,21 dólares (32,13 euros) em Nova Iorque, enquanto em Londres os futuros do ‘brent’ [co1] ganhavam 1,30%, para 39,87 dólares (29,64 euros). A semana passada terminou com a maior desvalorização para o petróleo negociado nos mercados internacionais desde Abril de 2003, um mês depois dos EUA invadirem o Iraque.

A Pfizer, maior farmacêutica mundial, recuava 2,55%, para 27,18 dólares (20,21 euros) depois de um analista da Merrill Lynch ter revisto em baixa a classificação das acções da companhia norte-americana, de «comprar» para «neutral». A causa da redução do ‘rating’ prende-se, de acordo com a casa de investimento, com o facto da Pfizer estar em situação de incerteza quanto à patente sobre o tratamento do colesterol Lipitor e com o facto de os gastos em novos produtos e a inflação puderem vir a limitar a redução de custos.

A Apple Computer avançava 1,58%, para 63,67 dólares (47,34 euros) enquanto a Microsoft valorizava 0,11%, para 27,26 dólares (20,27 euros).

A Boeing cedia 0,9%, para 55,21 dólares (41,05 euros), depois de ter anunciado que Scott Carson será o novo director de vendas de aparelhos comerciais. A norte-americana Boeing foi ultrapassada, pela primeira vez, em 2003 pela europeia Airbus em venda de aviões comerciais.

A Cablevision Sytems, a maior fornecedora de televisão por cabo na área de Nova Iorque irá adiar o «spinoff», ou separação e posterior venda, da unidade Rainbow Media Enterprises, que estava prevista para o quarto trimestre. A companhia perdia 4,59%, para 20,56 dólares (15,28 euros).

A produtora de sementes Monsanto ganhava 1,82%, para 48,02 dólares (35,71 euros), depois de um analista da Barron ter defendido que a resistência dos consumidores a cereais geneticamente modificados deverá diminuir a médio prazo. Uma fatia de 42% das vendas de 5,5 mil milhões de dólares que a Monsanto obteve em 2004 provém da comercialização de sementes geneticamente modificadas.

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