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Petrolíferas levam bolsas europeias a máximos

As petrolíferas impulsionavam as bolsas europeias para máximos, animadas pelos valores elevados do petróleo que subiu ontem mais de 7%. O Dow Jones Stoxx 50 avançava 0,26% para os 3.233,10 pontos impulsionado pelas petrolíferas.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 20 de Setembro de 2005 às 10:13
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As petrolíferas impulsionavam as bolsas europeias para máximos, animadas pelos valores elevados do petróleo que subiu ontem mais de 7%. O Dow Jones Stoxx 50 avançava 0,26% para os 3.233,10 pontos impulsionado pelas petrolíferas.

O petróleo deslizava mais de 1% quer em nova Iorque quer em Londres mas as petrolíferas seguiam animadas pelo facto da matéria-prima estar a negociar a valores elevados depois de ontem ter valorizado mais de 7% em Nova Iorque. O petróleo subiu devido à ameaça de que a tempestade «Rita» se transforme em furacão e atinja as refinarias do Golfo do México, menos de um mês depois do «Katrina» ter causado estragos que atiraram o petróleo para os valores mais altos de sempre.

Em Espanha, o IBEX  renovou o máximo de Novembro de 2000 seguindo a subir 0,23% para os 10.560,10  pontos. O Santander, que avançava 0,39% para os 10,32 euros, e a Repsol, que somava 0,77% para os 26,26 euros, eram os títulos responsáveis pela tendência deste índice.

O britânico Footsie também renovou um máximo de Agosto de 2001, e valorizava 0,09% para os 5.434,40 pontos impulsionado pelas petrolíferas. A BP subia 0,90% para os 671 pence enquanto a  Royal Dutch Shell somava 0,82% para os 18,55 pence.

O CAC tocou o valor mais elevado de Abril de 2002 nos 4.521,85 pontos, ao subir 0,36%. A Total e a Danone eram os títulos responsáveis pela tendência deste índice com subidas de 0,85% para os 224,8 euros e de 2,67% para os 94,1 euros, respectivamente.

O DAX, que ontem registou a maior queda da sessão com uma desvalorização de 1,21% devido ao impasse causado pelas eleições, somava 0,18% para os 4.935,01 pontos com o contributo da valorização de 1,13% para os 76,08 euros do Deutsche Bank. A BASF também impulsionava com uma subida de 1% para os 60,45 euros.

O AEX avançava 0,38% para os 400,67 pontos com a petrolífera Royal Dutch Shell a apreciar 0,92% para os 27,57 euros.

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