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Pharol dispara 23% para máximos de Julho

O anúncio de um programa de recompra de acções e a especulação em torno da consolidação entre a Oi e a TIM, no mercado brasileiro, permitiram às acções da Pharol disparar mais de 23% e negociar em máximos de Julho.

Luís Palha da Silva, presidente da Pharol, diz esperar que não seja demorada a entrada dos processos em tribunal.
Pedro Elias/Negócios
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As acções da Pharol terminaram a sessão bolsista desta quarta-feira, 7 de Outubro, a disparar 23,65% para 0,366 euros, num dia em que os títulos da antiga PT SGPS chegaram mesmo somar mais de 30% para os 0,385 euros, o valor mais elevado desde 20 de Julho último. Esta foi a maior valorização diária registada pela cotada desde o dia 22 de Janeiro deste ano.

A contribuir para os fortes ganhos da Pharol esteve o anúncio ontem feito de que a cotada irá avançar com um programa de recompra de acções próprias de até 7,7% do seu capital. Além deste anúncio, também os rumores em torno da consolidação da sua participada brasileira Oi com a TIM apoiaram a performance da Pharol na sessão desta quarta-feira.

 

O programa de recompra de acções tem um prazo de 18 meses e será levado a aprovação na assembleia-geral accionista agendada para o próximo dia 4 de Novembro.

 

A 7 de Agosto, Luís Palha da Silva, presidente da Pharol, já havia anunciado que o objectivo passava por "devolver aos accionistas todos os excedentes de tesouraria que possa haver". Pedro Ricardo Santos, gestor da XTB, sublinha, precisamente, que Palha da Silva já tinha sinalizado esta intenção e sustenta que "com esta operação, a empresa consegue transmitir a ideia de que o título continua a ser um bom investimento".

 

Assumindo o valor de fecho das acções da Pharol na sessão de ontem de 0,296 euros, a aquisição de até 7,7% do seu capital poderia implicar o desembolso de um montanto em torno de 20 milhões de euros.

 

Por outro lado, as notícias vindas do Brasil a propósito da consolidação entre a Oi (empresa onde a Pharol detém uma participação de 27,5%) e a TIM também estimularam os ganhos da antiga PT SGPS. Segundo avançou o Estado de São Paulo esta manhã, o BTG, contratado pela Oi para avaliar potenciais parceiros num cenário de fusão com a TIM, revelou estar em conversações com o grupo LetterOne, do bilionário russo Kikhail Fridman, para avançar com o processo de consolidação entre a Oi e a TIM.

 

No Brasil, os títulos da Oi estão a apreciar 1,77% para 3,45 reais.

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