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Possível marcha atrás nas tarifas ao México agrada a Wall Street

As bolsas do outro lado do Atlântico encerraram em alta, sustentadas pela expectativa de que seja possível evitar a imposição de tarifas aduaneiras por parte dos EUA sobre produtos mexicanos, algo que está previsto para entrar em vigor no próximo dia 10.

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Reuters
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 05 de Junho de 2019 às 21:13
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O Dow Jones encerrou a somar 0,82% para 25.539,57 pontos e o Standard & Poor’s 500 avançou 0,82% para 2.826,15 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite pulou 0,64% para 7.575,48 pontos.

 

Os índices bolsistas de Wall Street voltaram assim a negociar no verde, animados sobretudo com a perspetiva de que na próxima segunda-feira, 10 de junho, não entrem em vigor as anunciadas tarifas aduaneiras dos EUA sobre produtos importados do México.

 

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse que o México quer chegar a um acordo e que poderá ter mais informações sobre o assunto ainda esta quarta-feira.

 

Por outro lado, os fracos dados do emprego no setor privado nos EUA intensificou a expectativa de uma descida dos juros diretores por parte da Reserva Federal norte-americana.

 

Entre as subidas, destaque para a Uber, que superou o preço do IPO numa altura em que mais analistas se mostram otimistas em relação à plataforma eletrónica de transporte.

 

Também a Boeing esteve a ganhar terreno, impulsionada pela informação da Bloomberg de que a construtora aeronáutica está a negociar uma das maiores encomendas de sempre com companhias aéreas chinesas.

 

Do lado das perdas, destaque para as cotadas da energia, pressionadas pelo facto de o petróleo ter entrado em "bear market" com as vendas norte-americanas de crude a registarem a maior subida em quase 30 anos.

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