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Powell não dá gás a Wall Street mas Nasdaq bate recorde

Os mercados não ganharam fôlego com as previsões da Fed para a economia dos EUA nem com a promessa de que as taxas de juro se manterão em mínimos até 2022. Ainda assim, o tecnológico Nasdaq fechou pela primeira vez acima da barreira dos 10 mil pontos.

Os analistas portugueses têm recomendações mais otimistas para as ações cotadas na bolsa de Lisboa.
Justin Lane/EPA
Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 10 de Junho de 2020 às 21:12
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A Reserva Federal (Fed) anunciou as novas previsões para a maior economia mundial, antecipando uma contração de 6,5% este ano, e indicou que as taxas de juro deverão permanecer em níveis próximos de zero até 2022.

A garantia de juros baixos não foi suficiente para animar os mercados, apesar de uma breve subida após o anúncio da instituição liderada por Jerome Powell.

O Dow Jones fechou a ceder 1,04%, para os 26.989,99 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,53%, encerrando nos 3.190,14 pontos. Já o Nasdaq Composite avançou 0,67%, fechando pela primeira vez acima dos 10 mil pontos.

Durante a sessão, o índice dominado pelas tecnológicas tocou um máximo de 10.086,89 pontos, aliviando na parte final da negociação para um fecho nos 10.020,35 pontos.

Em grande destaque esta quarta-feira estiveram as ações da Tesla, com uma subida de 8,97%, que superaram pela primeira vez os mil dólares. A empresa liderada por Elon Musk ultrapassou a japonesa Toyota para se tornar a fabricante automóvel mais valiosa do mundo, com uma capitalização bolsista de 190 mil milhões de dólares, um valor superior, por exemplo, ao da Pepsico.

Ainda pela positiva sobressaíram os títulos da Apple e Microsoft, com ganhos de 2,47% e de 3,50%, respetivamente.

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