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Praças europeias encerram mistas

As principais praças europeias encerraram a negociação de hoje com tendências mistas, depois de terem renovado máximos de mais de cinco anos no início da sessão. O Dow Jones Stoxx 50 cedeu 0,25% para os 3.524 pontos.

Paulo Moutinho 17 de Março de 2006 às 19:07
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As principais praças europeias encerraram a negociação de hoje com tendências mistas, depois de terem renovado máximos de mais de cinco anos no início da sessão. O Dow Jones Stoxx 50 cedeu 0,25% para os 3.524 pontos.

A Prudential subiu 7,09% para os 672 pence, depois de o HSBC ter subido o preço-alvo dos títulos da seguradora para os 774 pence. Os ganhos da segunda maior seguradora britânica suportaram o FTSE [ukx] nos 5.999 pontos, com uma valorização de 0,10%, depois de ter renovado o valor mais elevado desde 2001 nos 6.044 pontos. A impedir maiores ganhos no índice londrino estiveram a operadora de telecomunicações móveis Vodafone, que caiu 0,77% para os 129 pence, e a petrolífera Shell que recuou 0,79% para os 1763 pence.

A Telefónica cedeu 0,45%, para os 13,14 euros, e pressionou o IBEX [ibex] que, ainda assim, conseguiu avançar 0,09% para os 11.872 pontos, tendo renovado o máximo de 2000 durante a negociação, com as valorizações de 0,35% do BBVA e de 1,29% do Banco Popular.

A Vinci, a maior construtora do mundo, disparou 6% para os 82,2 euros, depois de os analistas da JP Morgan terem aumentado o preço-alvo da construtora em 5% para os 105 euros. Esta subida impulsionou o CAC [cac] para os 5.141 pontos, com uma valorização de 0,29%. A Suez recuou 1,21% para os 34,36 euros.

O Commerzbank ganhou 5,65% para os 31,24 euros, o valor mais elevado dos últimos sete meses, depois de a Morgan Stanley ter afirmado que considera a empresa uma das suas «top picks» e de o BlackStone Group ter comentado que as empresas de «private equity» têm recursos suficientes para fazer uma OPA sobre um banco alemão. Apesar da valorização do Commerzbank, o DAX [dax] encerrou a cair 0,26%, para os 5.882 pontos, depois de ter renovado o máximo de 2001, pressionado pelas descidas de 2,33% da DaimlerChrysler e de 1,29% da eléctrica E.ON.

O AEX [aex], que chegou a atingir o valor mais elevado desde 2002 no início da sessão, recuou 0,03% para os 464 pontos, numa sessão em que a petrolífera Shell desvalorizou 0,89% para os 25,49 euros e a fabricante de componentes electrónicos Philips cedeu 1,92% para os 26,59 euros.

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