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Praças europeias ganham com empresas exportadoras; DAX é excepção

As principais bolsas europeias amealhavam valor influenciadas pelas empresas exportadoras que vêem na recuperação económica dos EUA uma forma de aumentar os seus volumes de negócio. O DAX era a excepção à regra, ao perder 0,43%.

Joaquim Madrinha 15 de Agosto de 2003 às 18:17
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As principais bolsas europeias amealhavam valor influenciadas pelas empresas exportadoras que vêem na recuperação económica dos EUA uma forma de aumentar os seus volumes de negócio. O DAX era a excepção à regra, ao perder 0,43%.

O Dow Jones Euro Stoxx 50 subia 0,11% para os 2.496,90 pontos com o sector das telecomunicações liderar os ganhos.

Hoje, as bolsas de Espanha e Itália estiveram encerradas por ser feriado religioso.

No CAC [CAC], os títulos do Crédit Agricole e da France Télécom lideravas as subidas que permitiam ao índice acumular um ganho de 0,54% para os 3.279,21 pontos.

Os títulos do Crédit Agricole, accionista de referência do Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] com 8,8%, apreciavam 2,86% para os 18,7 euros enquanto a France Télécom via as suas acções avançarem 1,01% para os 23,96 euros.

No FSTE [UKX], a operadora móvel Vodafone, cujos títulos valorizavam 0,82% para as 1,12 libras (1,59 euros), e o Royal Bank of Scotland, cujas acções amealhavam um ganho de 1,30% marcando 16,40 libras (23,24 euros), contribuíam para que o índice marcasse 4.247,30 pontos, a ganhar 0,22%.

A National Grid Transco, a eléctrica proprietária da Niagara Mohwak, onde se suspeita ter iniciado o apagão que ocorreu ontem nos EUA, era penalizada em 2% marcando 3,89 libras (5,51 euros).

No DAX, a única praça europeia a descer, os títulos da Allianz, com uma queda de 3% para os 85,44 euros, condicionavam o desempenho do índice que perdia 0,43% para os 3.437,83 pontos.

A Morgan Stanley aconselhou os investidores a trocarem acções da seguradora Allianz por acções da Munich Re. Como consequência, as acções da Alianz foram penalizadas a favor da Munich Re, cujos títulos amealhavam uma valorização de 1,4% para os 97,80 euros.

A Volkswagen e a farmacêutica BASF eram os títulos do índice alemão que mais valorizavam. A primeira via os seus títulos subirem 2,93% a marcar 42,15 euros enquanto a segunda registava um ganho de 0,92% para os 91,57 euros.

No AEX de Amesterdão, a Philips Electronics, que obtém das exportações para os EUA cerca de 25% do seu volume de negócios, era a empresa responsável pela subida de 0,92% para os 322,99 pontos que o índice holandês registava.

As acções da Philips subiam 1,61% para os 19,58 euros.

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