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PSI-20 em mínimos de maio com EDP a perder mais de 5%

A bolsa nacional seguiu a tendência de pesadas perdas que se verificou um pouco por toda a Europa. Por cá, o grupo EDP destacou-se no vermelho.

A bolsa portuguesa tem sido incapaz de atrair novas empresas para o mercado de capitais português.
Miguel Baltazar
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 04 de Setembro de 2020 às 16:46
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A bolsa nacional fechou em queda, com o principal índice nacional a perder 1,75% para os 4.248,32 pontos e a tocar um mínimo de 22 de maio. Na semana, o índice deslizou em três sessões, contabilizando uma perda acumulada de 2,18% para os 4.248,32 pontos. Há três semanas consecutivas que o registo é negativo.

Lá fora, o pessimismo é generalizado e as grandes tecnológicas norte-americanas dão o mote para as quebras, com os investidores a refrearem os ânimos depois de estas cotadas terem batido sucessivos recordes. Na Europa, as perdas nas principais praças superam 1% e, nos Estados Unidos, o Nasdaq desvaloriza mais de 3,5%.

Por cá, ficam 13 cotadas no vermelho, contra cinco no verde. O grupo EDP junta-se na liderança das perdas, com a elétrica liderada por Miguel Stilwell d’Andrade a ceder 5,44% para os 4,14 euros durante a sessão, afundando diretamente para um mínimo de 1 de julho.

A EDP reportou ontem, já após o fecho, que terminou o primeiro semestre deste ano com um resultado líquido de 315 milhões de euros, o que corresponde a uma queda de 22% face ao mesmo período do ano passado. Um recuo justificado com o impacto da pandemia.

A subsidiária de energias limpas EDP Renováveis terminou com um deslize de 4,19% para os 13,72 euros, depois de ter chegado a perder 4,47% para os 13,68 euros, um mínimo de 19 de agosto.

Ainda no vermelho evidenciou-se a Mota-Engil, que ocupa o terceiro lugar do pódio das perdas com uma queda de 2,91% para os 1,47 euros. A empresa anunciou esta sexta-feira que o Metropolitano de Lisboa aprovou a adjudicação da empreitada de prolongamento das linhas amarela e verde entre as estações de Santos e Cais e Sodré, em Lisboa, ao agrupamento da Mota-Engil e Spie Batignolles por 73,5 milhões de euros.

A travar maiores quedas esteve o BCP e as papeleiras. O banco valorizou 1,29% para os 9,45 cêntimos, ascendendo pela primeira sessão em cinco. As papeleiras juntaram-se com a Semapa à cabeça, a somar 1% para os 8,05 euros, a Navigator a subir 0,53% para os 2,29 euros e a Altri a apreciar 0,46% para os 4,39 euros.


(Notícia atualizada às 16h47)

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