Bolsa PSI-20 mantém máximos de dois meses impulsionado por Jerónimo Martins, Galp e papeleiras

PSI-20 mantém máximos de dois meses impulsionado por Jerónimo Martins, Galp e papeleiras

A bolsa lisboeta fecha a semana em terreno positivo, com todas as cotadas em alta, exceto o BCP. Jerónimo Martins, a Galp e as papeleiras puxam pelo PSI-20 num dia em que a negociação nos mercados internacionais é animada por boas perspetivas em relação à resolução do conflito comercial entre China e Estados Unidos.
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Ana Batalha Oliveira 18 de janeiro de 2019 às 16:44
O principal índice nacional, o PSI-20, subiu 0,76% para os 5.068 pontos, mantendo-se em máximos de outubro. A contribuir para o desempenho do índice estão 17 cotadas a subir contra apenas uma a deslizar.

Na Europa, as praças de referências também fecharam no verde, na sua grande maioria com fortes ganhos, a rondar os 2%. Os mercados internacionais sãoo inundados por uma maré de otimismo depois de ter sido noticiado que os Estados Unidos e a China terão conseguido um novo ponto de acordo nas negociações que podem terminar a disputa comercial: Pequim estará disponível para prosseguir um plano de seis anos de aumento das importações oriundas dos Estados Unidos até equilibrar totalmente a relação comercial entre as duas maiores economias mundiais.

Por cá, a Jerónimo Martins e as papeleiras impulsionam a bolsa nacional. A retalhista subiu 1,72% para os 12,10, um máximo de 3 de outubro.

Já a Altri liderou os ganhos, com uma valorização de 2,97% para os 6,93 euros. Dentro deste setor, a Semapa também se coloca entre as cotadas que mais somaram ao avançar 1,75% para os 15,12 euros.

A Galp é outro dos pesos pesados que ajuda ao bom desempenho do índice nacional, com uma valorização de 0,84% para os 14,36 euros. A petrolífera assentou no terreno positivo em sintonia com a matéria-prima: o barril de Brent, referência para a Europa, soma 2,55% para os 62,74 dólares. Isto, numa altura em que a Agência Internacional de Energia  (AIE) lança previsões de que a procupa mundial por petróleo aumento em 2019, superando a desaceleração económica global.

A travar maiores ganhos esteve apenas o BCP, que fechou com uma quebra de 0,41% para os 24,27 cêntimos.  

(Notícia atualizada às 16:55)



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