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PSI-20 resvala com Corticeira a registar maior queda desde março

A bolsa nacional recolheu-se no vermelho tal como as pares europeias. Por cá, a Cortieira Amorim registou a queda mais acentuada.

Miguel Baltazar/Negócios
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 10 de Setembro de 2020 às 16:46
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A bolsa nacional fechou em queda, em sintonia com o grosso das praças europeias. O principal índice português, o PSI-20, desceu 0,64% para os 4.326,02 pontos, numa semana que tem sido de um sobe-e-desce diário. Esta quinta-feira, 11 cotadas deslizaram - quatro delas mais de 2,5% - e apenas quatro subiram ao verde.

 

Lá fora, os investidores mostram-se mais cautelosos depois de o Banco Central Europeu ter decidido manter inalteradas as suas políticas, apresentando uma visão mais otimista em relação à economia do Velho Continente mas ressalvando que está tudo dependente da evolução da pandemia. Isto, numa altura em que se preveem atrasos na entrega de uma vacina para a covid-19 e quando os casos continuam a aumentar um pouco por todo o Velho Continente.

 

Em Lisboa, os pesos pesados Nos e Jerónimo Martins juntaram-se em terreno negativo, e puxaram desta forma o índice para baixo. Estas empresas desceram, respetivamente, 1,26% para os 3,45 euros e 0,77% para os 14,10 euros. 

A Corticeira Amorim foi a cotada que liderou as quebras, com uma perda de 5,56% para os 10,20 euros a maior desde o dia 16 de março, nos primórdios da pandemia. A cotada corrige o forte movimento de ontem, que lhe valeu uma escalada de mais de 8,5%.

 

Em destaque no vermelho está também a Altri, que cede 2,83% para os 4,39 euros para os euros, no dia em que irá apresentar as contas relativas ao primeiro semestre do ano. Nos primeiros três meses, os resultados da papeleira contraíram mais de 80% para 6,8 milhões de euros.

No pódio das perdas evidencia-se ainda a Pharol, que soma 2,96% para os 11,16 cêntimos. Esta quarta-feira, os credores da operadora Oi, da qual é acionista a portuguesa Pharol, aprovaram o aditamento ao plano de recuperação judicial (PRJ), que estabelece as suas condições para a venda de ativos, em cumprimento da lei de falências do Brasil.



(Notícia atualizada às 16:51)

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