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PSI-20 atinge máximo de 18 meses impulsionado pelo BCP e EDP

A Euronext Lisbon continuava a valorizar, tal como as suas congéneres europeias, com os títulos do Banco Comercial Português (BCP) e da Electricidade de Portugal (EDP) a liderarem as valorizações. O PSI-20 subia 1,37%, atingindo um novo máximo dos últimos

Pedro Viana pviana@mediafin.pt 02 de Janeiro de 2004 às 12:48
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A Euronext Lisbon continuava a valorizar, tal como as suas congéneres europeias, com os títulos do Banco Comercial Português (BCP) e da Electricidade de Portugal (EDP) a liderarem as valorizações. O PSI-20 subia 1,37%, atingindo um novo máximo dos últimos 18 meses nos 6.839,96 pontos.

O PSI-20 [PSI-20], cotava nos 6.823,80 pontos, com 16 acções a subir, três a descer e uma inalterada.

De acordo com Raquel Cardoso da LJ Carregosa, «é um começo de ano bastante positivo mas a liquidez não é muito elevada. A destacar estão o BCP, a EDP e a Sonae.com em máximos».

O BCP [BCP] era o papel que mais impulsionava ao crescer 2,26% para os 1,81 euros depois de ter sido noticiado pelo jornal «Público» que o banco alienou os 11% que detinha na seguradora Companhia de Seguros de Créditos (Cosec) à Allianz, subsidiária do grupo Euler Hermes, por 3,25 milhões de euros. O BCP foi a acção do índice nacional que mais caiu em 2003.

O Banco Espírito Santo (BES) [BES] seguia a somar 0,38% para os 13,05 euros e o Banco BPI [BPIN] mantinha-se inalterado face à cotação de fecho de ontem.

A eléctrica nacional EDP [EDP] era a acção que mais impulsionava o índice, com mais de quatro milhões de títulos a mudar de dono e a apreciar 1,44% para os 2,12 euros.

A Portugal Telecom (PT) [PT] invertia a tendência matinal e era a terceira maior contribuinte, em pontos, para o total do PSI-20 ao ganhar 0,75% para 8,04 euros. As tarifas fixo-móvel da PT para a TMN e para a Vodafone Telecel, participada da Vodafone, estão desde hoje mais baixas.

A Brisa [BRISA], que anunciou, no último dia do ano, um plano de investimentos para 2004 de 386 milhões de euros, aumentava 0,57% para os 5,33 euros. Desde ontem que as portagens estão, em média, 2,78% mais caras.

Os dois novos títulos do índice nacional, que congrega as 20 maiores empresas nacionais em capitalização bolsista e em liquidez, seguiam díspares. A Corticeira Amorim [COR] perdia 0,87% para 1,14 euros e a Gescartão [GCT] ganhava 1,42% para 7,83.

A Sonae SGPS [SON], que protagonizou a segunda maior valorização, em percentagem, no ano de 2003, seguia a crescer 3,03% para os 0,68 euros.

A Impresa, maior valorização do ano anterior, seguia inalterada nos 3,50 euros.

Em terreno negativo estava a a Portucel [PTCL] a perder 0,75% para 1,39 euros. O Estado vai alienar 30% da empresa e os concorrentes à privatização terão de entregar as suas propostas até ao próximo dia 11 de Fevereiro de 2004. O preço mínimo de venda será de 333,86 milhões de euros.

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