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PSI-20 fecha a subir 0,81% com 10 títulos em máximos (act)

A Euronext Lisbon fechou a subir pela quarta sessão consecutiva, em contra ciclo com a Europa, beneficiando dos ganhos dos títulos da Portugal Telecom, Electricidade de Portugal e Sonae SGPS. O PSI-20 ganhou 0,81% - depois de atingir o valor mais elevado

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 03 de Março de 2004 às 16:55
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A Euronext Lisbon fechou a subir pela quarta sessão consecutiva, em contra ciclo com a Europa, beneficiando dos ganhos dos títulos da Portugal Telecom, Electricidade de Portugal e Sonae SGPS. O PSI-20 ganhou 0,81% - depois de atingir o valor mais elevado desde Março de 2002 – com metade das acções do índice em máximos.

O índice PSI-20 [PSI20] terminou nos 7.832,92 pontos, com 10 das acções em subida, quatro inalteradas e as restantes seis em queda, depois de ter fixado nos 7.850,85 pontos o novo máximo desde Março de 2002.

As acções da Portugal Telecom, Sonae SGPS e Electricidade de Portugal foram as principais responsáveis pela subida do índice nacional, que voltou a «ignorar» as quedas dos congéneres europeus.

A liquidez voltou a ser assinalável, com a EDP [EDP] a negociar mais de 20 milhões de acções, enquanto o BCP e a Sonae SGPS transaccionou mais de 10 milhões de títulos. No PSI-20 foram movimentados mais de 190 milhões de euros.

A eléctrica subiu 2,59% para 2,38 euros, atingindo um novo máximo de Abril de 2002, depois de ontem, já após o fecho, ter apresentado resultados acima da expectativa dos analistas, que destacaram o desempenho operacional da empresa.

A EDP disse que os resultados líquidos de 2003 subiram 13,7% para 381,1 milhões de euros, quando os analistas consultados pelo Canal de Negócios aguardavam uma subida de apenas 6%.

A operadora de telecomunicações [PTC], que desvenda as contas amanhã, somou 1,62% para 9,40 euros, em máximos de Janeiro de 2002. Os lucros PT, segundo uma «poll» de 11 analistas, deverão ter caído 38% em 2003, devido à redução no crédito fiscal e aos custos de reestruturação na unidade de telefonia fixa. A unidade PT Multimédia (PTM) [PTM] caiu 0,21% para 19,20 euros, a aliviar de um novo máximo de 19,39 euros.

Na banca, o BCP [BCP] terminou inalterado nos 2,10 euros, depois de ter testado novo máximo desde Janeiro de 2003, nos 2,14 euros. O Banco Espírito Santo (BES) [BESNN], também em máximos, cresceu 0,07%, enquanto o Banco BPI [BPIN] terminou a descer 0,31% até aos 3,20 euros.

A Cofina [COFI], dona do Canal de Negócios e do Jornal de Negócios, fechou sem variação nos 3,09 euros, a aliviar de um novo máximo de 3,11 euros.

Igualmente em máximos, a Corticeira Amorim [COR] aumentou 0,78% para os 1,29 euros, a Novabase [NBA] somou 2,16 euros, e a Sonaecom [SNC] - que apresenta hoje resultados de 2003 - valorizou 0,9% até aos 3,38 euros, em linha com a subida de 2,97% da «holding» Sonae SGPS, cujas acções valiam 1,04 euros euros.

A empresa de Belmiro de Azevedo atingiu novo máximo desde Maio de 2001, nos 1,05 euros, com perspectivas animadoras para os resultados de 2003 e a Novabase beneficiou do facto de ter sido excluído do lote de candidatos à aquisição de 60% do capital da Edinfor.

A Portucel [PTCL] terminou sem variação nos 1,59 euros, depois de ontem ter anunciado um resultado líquido de 66,8 milhões de euros em 2003, o que se traduziu num decréscimo de 25% face ao ano anterior.

Os representantes da Semapa pediram a exclusão das ofertas da Lecta e da Cofina, porque as referidas propostas incorporam transmissão de activos para a Portucel. A Cofina reclama a exclusão da oferta da Mondi, porque a sua aceitação implicaria que o Estado apoiasse a desblindagem de estatutos da Portucel.

 

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