Bolsa PSI-20 fecha em terreno positivo impulsionado pela energia e banca

PSI-20 fecha em terreno positivo impulsionado pela energia e banca

A bolsa de Lisboa fechou a somar mais de 1%, impulsionada pela Galp Energia e pelo BCP, acompanhando a tendência das principais praças europeias, animadas por bons resultados de algumas cotadas e pela expectativa de estímulos à economia por parte dos bancos centrais.
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Inês F. Alves 26 de fevereiro de 2016 às 16:46

Com 13 cotadas em alta e 4 em queda, o principal índice nacional somou 1,04% para 4.710,39 pontos, um sentimento positivo acompanhado pelas restantes praças do Velho Continente.

O Stoxx 600 soma 1,72% para 332,16 pontos, o espanhol IBEX avança 1,83% para 8.365,80 pontos, o FTSE de Londres sobe 1,56% para 6.106,71 pontos e o germânico DAX ganha 2,14% para 9.531,17 pontos.

A animar os investidores estão os resultados acima da expectativa de algumas cotadas - como a italiana Eni e a Amadeus IT Holding – e a expectativa de que o Banco Central Europeu avance com novos estímulos à economia. Por outro lado, o banco central chinês mostrou também estar disponível para agir no sentido de impulsionar a economia do país, o que contribui para o optimismo dos investidores.

A impulsionar os ganhos da bolsa de Lisboa estiveram sobretudo a Galp Energia e o BCP. A Galp fechou a somar 2,31% para 10,15 euros por acção, numa altura em que o barril de petróleo de Londres negoceia nos 36 dólares por barril.

O Brent, negociado em Londres e preço de referência para a Europa, soma 3,71% para 36,60 dólares por barril. Já o West Texas Intermediate, negociado em Nova Iorque, avançou 2,33% para os 33,84 dólares.

Ainda no sector energético, a EDP caiu 1,81% para 2,823 euros, enquanto a EDP Renováveis somou 1,36% para 6,472 euros. A REN somou 0,67% para 2,562 euros.

O BCP disparou 4,37% para 3,34 cêntimos por acção. Ainda no sector da banca, o BPI somou 2,56% para os 1,042 euros.

A destacar-se pela negativa na sessão desta sexta-feira esteve a Pharol, que caiu para mínimo histórico, tendo chegado a recuar 9,85% para negociar nos 18,3 cêntimos. A cotada, liderada por Palha da Silva, fechou a cair 7,88% para os 18,7 cêntimos por acção. A penalizar a cotada está o facto de a TIM ter informado o fundo LetterOne de que não quer aprofundar as negociações com a Oi para avançar com uma fusão dos activos.

Também a Impresa atingiu mínimos de Abril de 2013 na sessão desta sexta-feira, tendo fechado a recuar 2,45% para 43,8 cêntimos.

No sector do papel, a Altri recuou 0,65% para 3,524 euros, depois do BPI ter cortado o preço-alvo para a empresa, apesar de ter subido a recomendação. Já a Semapa avançou 4,03% para 11,345 euros e a Portucel somou 1,03% para 3,027 euros.

No sector do retalho, a Jerónimo Martins avançou 0,42% para 13 euros por acção e a Sonae subiu 1,76% para os 92,3 cêntimos por acção.

Entre as construtoras, a Mota-Engil somou 0,32% para 1,55 euros e a Teixeira Duarte somou 0,38% para 26,5 cêntimos.

(Notícia actualizada às 17:40)

 




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