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PSI-20 ganha 2% com quatro cotadas a dispararem mais de 5%

A bolsa nacional acentuou os ganhos com a OPA da Microsoft da Yahoo!, um negócio que está a impulsionar as praças europeias e as acções nacionais ligadas a este sector, como a Impresa e a Sonaecom. Com quatro cotadas a subirem mais de 5%, o PSI-20 avança

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 01 de Fevereiro de 2008 às 12:22
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A bolsa nacional acentuou os ganhos com a OPA da Microsoft da Yahoo!, um negócio que está a impulsionar as praças europeias e as acções nacionais ligadas a este sector, como a Impresa e a Sonaecom. Com quatro cotadas a subirem mais de 5%, o PSI-20 avança 1,96%, caminhando assim para a primeira semana positiva este ano.

O PSI-20 marca 11.376,48 pontos, com 18 acções em alta, uma inalterada e apenas o BCP em queda. Na Europa os índices estão também a subir cerca de 2%, animados com o regresso em força das operações de fusões & aquisições.

 A Microsoft lançou uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a Yahoo! no valor de 44,6 mil milhões de dólares (30,02 mil milhões de euros), ou 31 dólares por acção. O prémio do negócio, que está a ter forte impacto no sector tecnológico e dos média, é de 61,62%.

Com a subida de hoje, O PSI-20 está a valorizar 2,25% na semana. Esta será assim a primeira semana de ganhos desde a terminada a 21 de Dezembro, depois do PSI-20 ter perdido mais de 14% nas quatro semanas anteriores e registado o pior Janeiro de sempre.

As cotadas portuguesas ligadas ao sector das tecnologias e dos media são as que mais estão a reagir ao negócio anunciado pela Microsoft. A Impresa, que até estava a negociar em queda, sobe agora 6,12% para 1,56 euros. A SIC voltou em Janeiro ao segundo lugar das audiências televisivas em Portugal.

A Sonaecom dispara 5,22% para 2,42 euros e a Portugal Teelcom avança 0,81% para 8,68 euros. A ZON Multimédia [PTM] aprecia 0,89% para 9,03 euros.

A Galp Energia [galp pl] era o título que mais impulsionava com um ganho de 5,61% para 16,01 euros, a recuperar das quedas das últimas sessões causadas pelo anúncio da saída da Iberdrola do seu capital, uma operação que os analistas até consideram positiva para a petrolífera.

A Cimpor [cimp] apreciava 5,23% para 5,53 euros, depois do Jornal de Negócios ter noticiado que Joe Berardo vai entrar na disputa pelo controlo da Cimpor.

A Brisa [brisa] subia 1,51% para 10,07 euros. A Liberum Capital, que tem uma recomendação de "compra" para a Brisa, acredita que a Abertis poderá lançar uma OPA, caso o Grupo Mello - maior accionista da concessionária - decida vender a sua participação. A casa de investimento avalia as acções da Brisa em 11,5 euros.

Ainda nas subidas, a Jerónimo Martins [jmar] avançava 2,83% para 5,64 euros. A Lisbon Brokers reviu em alta as suas previsões de vendas da retalhista depois dos números preliminares avançados pela empresa a 17 de Janeiro, reiterando a recomendação de "comprar" e o preço-alvo de seis euros.

Também em alta acentuada a Portucel [ptcl] sobe 3,63%, a Semapa [sema] avança 2,93% e a Sonae Capital [sonc] cresce 3,31%.

A pressionar o índice principal seguia apenas o BCP. O BCP [bcp] perdia 0,72% para 2,07 euros depois de ter sido noticiado que o banco pode vir a realizar um aumento de capital, uma operação sobre a qual o banco diz que não foi tomada nenhuma decisão.

No resto da banca, o BES [BESNN] subia 0,81% para 11,865 euros. O banco reforçou o seu balanço pela segunda vez em menos de um mês, com a emissão de mil milhões de dólares (680 mil euros) em obrigações convertíveis em acções do Bradesco, onde a instituição liderada por Ricardo Salgado detém uma participação directa de 4,8%, notícia hoje do Jornal de Negócios.

O BPI [bpin] também subia 2,41% para 3,40 euros. O Citigroup reduziu o preço-alvo para as acções do BPI para 5 euros, o que, ainda assim, atribui um potencial de valorização de 47% às acções face ao valor a que estão a negociar.

Ainda nas subidas, a Jerónimo Martins [jmar] avançava 2,83% para 5,64 euros. A Lisbon Brokers reviu em alta as suas previsões de vendas da retalhista depois dos números preliminares avançados pela empresa a 17 de Janeiro, reiterando a recomendação de "comprar" e o preço-alvo de seis euros.

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