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PSI-20 interrompe ciclo de seis semanas de ganhos

A bolsa nacional terminou a última sessão desta semana em queda, acompanhando a tendência das restantes praças europeias, pressionada pelas desvalorizações do BCP e da Portugal Telecom. O PSI-20 cedeu 0,36% e interrompeu um ciclo de seis semanas ganhos.

Paulo Moutinho 22 de Dezembro de 2006 às 17:12
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A bolsa nacional terminou a última sessão desta semana em queda, acompanhando a tendência das restantes praças europeias, pressionada pelas desvalorizações do BCP e da Portugal Telecom. O PSI-20 cedeu 0,36% e interrompeu um ciclo de seis semanas ganhos.

O principal índice da bolsa portuguesa [psi20] recuou para os 11.085,29 pontos, com oito das vinte cotadas a recuar, seis a subir e seis títulos inalterados. Com a desvalorização registada na sessão de hoje, o PSI-20 terminou a semana com uma perda de 0,16%, quebrando assim uma série de seis semanas consecutivas de subida.

Para a "performance" negativa da praça lisboeta na negociação de hoje contribuiu a queda de mais de 1% das acções do Banco Comercial Português (BCP) [bcp], que terminaram o dia a cotar nos 2,75 euros.

Os restantes títulos do sector bancário fecharam a última sessão da semana estáveis, com o BPI [bpin] a transaccionar nos 5,98 euros e o Banco Espírito Santo (BES) [besnn] a terminar inalterado nos 13,60 euros.

A Portugal Telecom [ptc] também contribuiu para a descida do índice, ao perder 0,91% para 9,81 euros, no dia em que, depois do fecho do mercado, a Autoridade da Concorrência aprovou a concentração resultante da OPA da Sonaecom sobre a PT.

A empresa liderada por Paulo Azevedo avançou 0,78% para os 5,20 euros e foi um dos títulos que impediu maiores perdas do PSI-20. Já a Sonae SGPS [son] terminou a sessão inalterada a cotar nos 1,51 euros.

Também inalterados, terminaram os títulos da Energias de Portugal [edp] que fecharam a valer 3,74 euros. Ainda no sector energético, destaque positivo para a Galp Energia [galp pl] que somou 0,29% e avançou para os 6,92 euros.

Em alta estiveram também a Brisa [brisa], que valorizou 0,43% para 9,35 euros e a Semapa [sema], que ganhou 0,12% para encerrar a cotar nos 8,56 euros.

A participada da Semapa, a Portucel [ptc], tocou hoje num novo máximo histórico, ao cotar nos 2,41 euros, tendo no entanto terminado a sessão estável nos 2,39 euros, a beneficiar da entrada, a partir de Janeiro, para o PSI-20 e do aumento do preço da pasta e papel.

A Cimpor [cimp], que hoje tocou no nível mais alto desde Abril de 2001 ao negociar nos 6,28 euros, fechou a cair 1,12% para os 6,20 euros. A Jerónimo Martins [jmar] perdeu 0,64% para 17 euros e, a par da cimenteira, contribui também para a descida do PSI-20.

Fora do índice principal, os títulos da banca estiveram animados, com o Banif [banin] a somar 0,77% para 5,24 euros e o Finibanco [fnb] a tocar um novo máximo histórico ao tocar nos 3,39 euros, em virtude de um ganho de mais de 4%.

A Gescartão [gct] também atingiu hoje o valor mais elevado de sempre ao subir quase 5% para os 25,50 euros.

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