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PSI-20 valoriza 0,37% com 11 títulos em máximos de 12 meses (act)

A Euronext Lisbon registou hoje nova sessão série de máximos entre os títulos que compõem o índice principal, com as acções do Banco BPI e da Sonae SGPS a impulsionar o mercado. O PSI-20 subiu 0,37%, novo máximo desde Junho de 2002.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 15 de Janeiro de 2004 às 17:21
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A Euronext Lisbon registou hoje nova sessão série de máximos entre os títulos que compõem o índice principal, com as acções do Banco BPI e da Sonae SGPS a impulsionar o mercado. O PSI-20 subiu 0,37%, novo máximo desde Junho de 2002.

O PSI-20 a sessão nos 6.935,54 pontos, tendo fixado um novo máximo nos 6.962,17 pontos, o valor mais elevado desde Junho de 2002. O índice está assim perto de quebrar a fasquia dos 7.000 pontos.

Dos 20 títulos que integram o índice, mais de metade atingiu hoje novos máximos de 12 meses, já depois de ontem 10 títulos terem fixado máximos. Os 11 títulos em máximos foram a Sonaecom, Portugal Telecom, Banco BPI, Gescartão, Impresa, ParaRede, Cofina, Brisa, Sonae SGPS, Novabase e PT Multimédia.

Apesar da subida do PSI-20, os três títulos com maior peso no índice: Banco Comercial Português, Electricidade de Portugal e Portugal Telecom fecharam com a mesma cotação de ontem.

A sustentar o ganho do índice o Banco BPI [BPIN] cresceu 1,99% para os 3,08 euros, depois de fixar um novo máximo desde Junho de 2001 nos 3,10 euros. O Banco Espírito Santo [BESNN], tal como o BCP [BCP], também fechou sem variação nos 13 euros.

As perspectivas favoráveis para 2004, para a maioria das companhias portuguesas explica a subida das acções nacionais neste inicio de ano.

O Grupo Sonae continua a escalada iniciada em 2004, com a Sonae SGPS a crescer 2,53% para os 0,81 euros – o máximo de Maio de 2002 foi nos 0,83 euros –, com mais de 16 milhões de títulos negociados enquanto a Sonaecom [snc] cresceu mais 1,37% até aos 2,95 euros. O máximo da empresa de Paulo Azevedo foi fixado nos 3 euros, valor mais elevado desde Abril de 2002.

A ParaRede [para] e a Jerónimo Martins [jmar] voltaram a estar em evidência, com a primeira a negociar mais de 15 milhões de acções e a valorizar 3,33% até aos 0,31 euros, enquanto a distribuidora voltou acima dos 10 euros, com uma subida de 2%.

Ainda com valorizações assinaláveis a Impresa [ipr] cresceu 3,39% e fixou um máximo desde Maio de 2001 perto dos 4 euros, a Cofina [cofi] aumentou 2,26% e a SAG [sag] somou 3,42%.

A impedir maiores ganhos no PSI-20 a Brisa [brisa] depreciou 0,36% e a Cimpor [cimp] caiu 0,72%.

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