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PT, BCP e Brisa ajudam recuperação da Euronext Lisbon; PSI20 soma 0,69%

A Bolsa nacional, depois de na véspera ter caído para o valor mais baixo do ano, seguia com o PSI20 a avançar 0,69%, apoiado nas valorizações da Brisa, Banco Comercial Português (BCP) e PT, com esta última a somar mais de 2%.

Negócios negocios@negocios.pt 04 de Julho de 2002 às 10:01
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A Bolsa nacional, depois de na véspera ter caído para o valor mais baixo do ano, seguia com o PSI20 a avançar 0,69%, apoiado nas valorizações da Brisa, Banco Comercial Português (BCP) e Portugal Telecom (PT), com esta última a somar mais de 2%.

O PSI20 [PSI20] marcava 6.539,83 pontos, com 11 acções a valorizarem, cinco inalteradas e quatro em queda. Ontem, o índice fixou o valor mais baixo do ano nos 6.471,95 pontos.

No sector das telecomunicações, a PT [PTC], que nas últimas três sessões perdeu mais de 9%, recuperava 2,01% a marcar 6,59 euros, em harmonia com o desempenho do sector na Europa.

A Vodafone Telecel [TLE] e a SonaeCom [SNC] seguiam no mesmo trilho, com uma subida de 1,19% para os 6,82 euros e 1,38% para os 2,20 euros, respectivamente.

Na banca, apenas o BPI [BPIN] decrescia 0,83% para marcar 2,39 euros. O BCP [BCP], que caiu mais de 5% nos últimos dois dias, recuperava 0,6% para valer 3,38 euros.

O Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] avançava 0,18% para 11,40 euros. O banco liderado por Ricardo Salgado anunciou que obteve um prejuízo de 20 milhões euros em 2001, de acordo com as regras contabilísticas da Securities and Exchange Commission (SEC).

As acções Sonae SGPS [SON] subiam 1,82%, a Brisa [BRISA] recuperava 0,94%, enquanto a Electricidade de Portugal (EDP) [EDP], o único papel do PSI20 que ontem conseguiu encerrar com ganhos, continuava colada ao valor de fecho de quarta-feira de 1,95 euros.

Bolsas europeias recuperam parte das queda de ontem

A praças europeias anulavam parte das queda da véspera, que levaram os respectivos índices a recuarem para valores de Setembro de 2001. O DJ Stoxx 50 avançava 1,75% a cotar nos 2.929,89 pontos. O índice que agrega as 50 maiores empresas europeias em capitalização bolsista caiu ontem para o valor mais baixo desde Outubro de 1998.

Na Alemanha, o DAX [DAX] valorizava 1,93% a cotar nos 4.218,08 pontos, ajudado pela recuperação de 4,2% da Infineon, cujas acções marcavam 14,54 euros. A Deutsche Telekom e a Siemens subiam ambas 3,5%, depois do anúncio do crescimento das encomendas às fábricas alemães que em Maio, cresceram 3,1%, contra expectativas dos analistas que prediziam uma quebra de 0,2%.

O IBEX35 [IBEX] madrileno avançava 1,4% para os 6.529,13 pontos, com a Terra Networks, a liderar os ganhos com uma subida de 3,9% para os 5,33 euros. As acções da Terra listadas no Nasdaq encerraram ontem com uma valorização de 3,8%.

O FTSE 100 [UKX] londrino recuperava 1,1% para os 4.441 pontos, impulsionado pela empresa de publicidade WPP, cujas acções subiam 3,3% para as 5,11 libras (7,95 euros), contagiada pela valorização de 12,3% experimentada pelas acções da AOL Time Warner na véspera.

Em Paris, o CAC40 [CAC] crescia 1,98% para os 3.695,18 pontos, e a Vivendi Universal comandava os ganhos com uma subida superior a 10% a marcar 15,40 euros, depois de ter nomeado Jean-Rene Fourtu para o cargo de presidente executivo. Ontem, as acções da empresa de media caíram para mínimos de 15 anos.

Em Amsterdão, o índice AEX apreciava 2,51% para os 416,29 pontos, com os títulos Royal Philips a valorizarem 4,99% para os 25,47 euros, enquanto a retalhista Ahold recuperava 5,82% para os 18,19 euros.

Por Pedro Carvalho

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