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PT e EDP pressionam Euronext Lisbon para queda de 0,58% em véspera de feriado

As acções da Bolsa nacional negociavam em queda, numa altura em que a Europa invertia a tendência de descida com os resultados na Nokia. O PSI20 caía 0,58%, pressionado pela Portugal Telecom (PT) e EDP. O Banco BPI e a Sonae subiam.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 17 de Abril de 2003 às 10:50
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As acções da Bolsa nacional negociavam em queda, numa altura em que a Europa invertia a tendência de descida com os resultados na Nokia. O PSI20 caía 0,58%, pressionado pela Portugal Telecom (PT) e Electricidade de Portugal (EDP). O Banco BPI e a Sonae subiam.

O PSI20 [PSI20] marcava 5.439,63 pontos, com 11 acções em queda, quatro a valorizar e cinco inalteradas. O índice que, não negoceia nem amanhã nem segunda-feira, havia desvalorizado ontem 0,48%.

A Portugal Telecom (PT) [PTC], que na véspera caiu 2,72%, voltava hoje a decrescer 0,93% para 6,38 euros.

A PT Multimédia [PTM], detida em 54% pela PT, caía 1,56% a marcar 12,61 euros. Os analistas do BPI e do ES Research, rejeitam a alienação da rede de TV Cabo da PTM, e apostam antes na abertura da infra-estrutura aos concorrentes, uma decisão que deverá ser conhecida nos próximos três meses.

A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] cotava nos 1,72 euros, a perder 1,15%, embora tenha negociado pouco mais de 300 mil acções, uma situação comum na véspera de feriado.

Em contra ciclo estavam as acções da Sonae SGPS [SON] que somavam 2,54% para 0,40 euros, e o Banco BPI [BPIN] que aumentava 0,88% para 2,30 euros.

A edição de hoje do «Semanário Económico» avança, sem desvendar fontes, que os dois maiores accionistas do BPI, o Banco Itaú e o La Caixa, estão a estudar aumentar a posição no capital do BPI dos actuais 15% para 20%. Os estatutos do BPI limitam, no entanto, a 12,5% o exercício dos direitos de voto.

A Brisa [BRISA] corrigia em queda de 0,21% para 4,80 euros e o Banco Comercial Português (BCP) [BCP] depreciava 0,78% para 1,27 euros.

Bolsas na Europa aligeiram quedas com resultados da Nokia

As praças da Europa negociavam mistas, mas recuperavam dos mínimos da sessão, com o Dow Jones Stoxx 50 a ceder 0,12% para 2.301,56 pontos. As acções da Nokia aumentavam 2,7% para 14,14 euros, depois da finlandesa ter anunciado que os lucros no primeiro trimestre subiram 13%, com os ganhos extraordinários a compensarem a quebra nas vendas.

O DAX [DAX] alemão apreciava 0,98% nos 2.852,41 pontos, e as instituições financeiras Commerzbank e Hypovereinsbank lideravam com subidas de 4,2% e 2,6%, respectivamente.

O AEX de Amesterdão desvalorizava 0,77% para 285,24 pontos, pressionado pelo ABN Amro, o maior banco holandês, que resvalava 2,5% nos 15,65 euros.

Em Madrid, o IBEX 35 [IBEX] apreciava 0,09% para 6.509,20 pontos. A valorização de 1,1% do Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA) estava a ser amenizada pela desvalorização de 0,7% da Gás Natural.

Em Paris, o CAC 40 [CAC] regredia 0,52% para 2.880,22 pontos, pressionado pela France Télécom e pela Vivendi Universal, que escorregavam ambas mais de 2% para 20,69 euros e 13,55 euros, respectivamente.

Em Londres, o FTSE 100 [UKX] apreciava 0,13% para 3.859,80 pontos, suportado pelas acções da operadora MMO2 e pelos papéis da seguradora Aviva que acumulavam ganhos de 3,8% e 2,9%, cada.

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