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PT e Sonae seguram bolsa nacional

A bolsa nacional seguia pouco alterada com a recuperação da PT e a subida da Sonae a conseguirem contrariar a queda da EDP. O PSI-20 ganhava 0,03%, acompanhando a tendência das congéneres europeias que seguiam impulsionadas pelas petrolíferas.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 02 de Agosto de 2005 às 10:07

A bolsa nacional seguia pouco alterada com a recuperação da PT e a subida da Sonae a conseguirem contrariar a queda da EDP. O PSI-20 ganhava 0,03%, acompanhando a tendência das congéneres europeias que seguiam impulsionadas pelas petrolíferas.

O PSI-20 [psi20] subia para os 7.590,05 pontos, numa altura em que sete títulos subiam, cinco caíam e oito seguiam inalterados.

As praças europeias valorizavam impulsionadas pelas petrolíferas que beneficiavam da escalada do petróleo na sessão de ontem.

Por cá, a Portugal Telecom (PT) [ptc] subia 0,26% para os 7,85 euros, depois de ter recuado nos últimos dois dias.

A possibilidade de a Novabase, com uma capitalização bolsista de 175 milhões de euros, vir a ser alvo de uma oferta pública de aquisição por parte da PT, conforme notícia do «Expresso» no sábado, continua a animar a negociação das duas empresas, depois da nenhuma das envolvidas ter desmentido a possibilidade de OPA.

A Novabase [nba] recuava 0,33% para os 6,10 euros, depois de ter subido mais de 3% na sessão de ontem.

A ParaRede [para], contagiada com a especulação de movimentos de consolidação no sector em que actua, apreciava 3,70% para os 0,28 euros, com mais de 6 milhões de títulos negociados.

A Sonae SGPS [son] apreciava 0,84% para os 1,20 euros, a beneficiar das notícias relacionadas com a proposta da Wal-Mart para a aquisição dos supermercados do grupo no Brasil.

As negociações entre a Wal-Mart e a Sonae, para a aquisição dos supermercados da empresa portuguesa no Brasil, por parte da maior distribuidora do mundo, estão já na recta final, noticiou o «Valor Econômico».

De acordo com o jornal brasileiro, que cita fontes não identificadas, o acordo ainda não foi fechado e a Wal-Mart contratou a Goldman Sachs para a assessorar neste negócio.

A Energias de Portugal (EDP) [edp] recuava 0,46% para os 2,17 euros, enquanto a Brisa [brisa] recuperava e subia 0,16% para os 6,38 euros.

O Banco BPI [bpin] aliviava dos ganhos ontem acumulados (superiores a 3%) e descia 0,29% para os 3,41 euros. O banco de Fernando Ulrich continua animado com a possibilidade de vir a ser alvo de uma OPA.

O Banco Comercial Português (BCP) [bcp] seguia inalterado nos 2,09 euros enquanto o Banco Espírito Santo (BES) [besnn] avançava 0,08% para os 12,70 euros.

O sector de «media» seguia inalterado, com a Impresa [ipr] a negociar nos 5,35 euros e a Cofina [cofi] nos 2,88 euros.

A Media Capital [mcp] ainda não tinha negociado qualquer título.

«Depois do negócio com a Prisa», as acções da Media Capital perderam força, uma vez que as pessoas que «estavam à espera para vender, se calhar aproveitaram» o momento e agora as posições existentes são estruturais, o que diminuiu os movimentos dos títulos, explicou ao Jornal de Negócios Online, Daniel Matos, analista da corretora BIG.

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