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PT, EDP e BPI arrastam Bolsa nacional; PSI20 perde 1,13% (act.)

A Bolsa nacional encerrou em linha com o comportamento na Europa, com a descida da Portugal Telecom, da Electricidade de Portugal e do BPI a provocarem uma queda de 1,13% no PSI20. O PSI30 recuou 0,97%, numa sessão em que o BPI cedeu 4,51%.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 15 de Fevereiro de 2002 às 17:15
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A Bolsa nacional encerrou em linha com o comportamento na Europa, com a descida da Portugal Telecom, da Electricidade de Portugal e do BPI a provocarem uma queda de 1,13% no PSI20. O PSI30 recuou 0,97%, numa sessão em que o BPI cedeu 4,51%.

O PSI20 marcava no fecho 7.435,28 pontos enquanto o PSI30 recuou para os 3.541,70 pontos, numa sessão mais animada em termos de liquidez. A Portugal Telecom (PT), a Electricidade de Portugal (EDP) e o BPI deram um contributo decisivo para este desfecho em queda.

A PT [PTC] perdeu 2,44% para os 8,01 euros com 5 milhões de acções movimentadas, acompanhando a tendência do sector que se desenhou na Europa. De acordo com um analista do CommerzBank citado por uma agência internacional, mais de 70 mil milhões de euros de dívidas das operadoras terá que ser refinanciada até 2005.

No sector financeiro o dia também foi de quedas na Europa e Lisboa, não foi excepção. O BPI [BPIN] com 1,5 milhões de acções trocadas, cedeu 4,51% para os 2,54 euros.

«Não houve nenhuma notícia específica que conduziu a esta queda. O papel está apenas a corrigir dos ganhos acumulados após o início dos rumores que apontavam para a compra da instituição por parte de um banco estrangeiro», observou um operador contactado pelo Negocios.pt

O Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] e o Banco Comercial Português (BES) [BCP] encerraram em sintonia com desvalorizações de 0,43% para os 11,60 euros e 0,25% para os 3,94 euros, respectivamente.

A EDP [EDP], com 4 milhões de papéis trocados, cedeu 1,73% para os 2,27 euros, anulando parte dos ganhos de 3,59% conseguidos na sessão de ontem.

Brisa acumula ganhos semanais de 3,48%

As acções da Brisa [BRISA] somaram a quarta sessão de ganhos consecutiva, com mais uma valorização diária de 1,2% para os 5,06 euros, «a beneficiar do facto de ser um papel refúgio e com bons dividendos», como esclareceu um operador. No decorrer da semana, o papel ganhou 3,48%.

A operadora móvel Vodafone Telecel [TLE] fechou com cada acção a valer 8,52 euros após uma valorização de 0,47%, mas aliviando «bastante» do máximo do dia firmado nos 8,69 euros.

No sector de media, as acções da Impresa [IPR] e da Cofina [COFI] conseguiram valorizações de 2,76% para os 1,86 euros e 3,23% para os 2,24 euros, respectivamente, com a possibilidade de realizarem uma fusão no sector dos media. O comunicado da Cofina que nega a existência de qualquer acordo com a Impresa, refreou as valorizações.

A PT Multimédia [PTM], perdeu 1,07% para os 7,37 euros, enquanto a PTM.com «disparou», no final, para os 1,98 euros após uma valorização de 7%.

No sector da pasta e papel, a Portucel [PTCL] subiu 2,36% para os 1,30 euros, com a subida do preço de papel «entre 5 a 6%» face ao valor do ano passado, segundo apurou o Negocios.pt, a animar o papel. A Sonae SGPS, que juntamente com a Suzano detém 29,18% na Portucel, caiu 1,19% para os 0,83 euros.

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