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PT, EDP e Sonae impulsionam Euronext Lisbon

A Bolsa nacional subia em linha com as suas homólogas europeias, apoiada nos ganhos da Portugal Telecom (PT), Electricidade de Portugal (EDP) e Sonae SGPS, que ajudavam o PSI20 a avançar 0,33%.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 22 de Março de 2002 às 09:55
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A Bolsa nacional subia em linha com as suas homólogas europeias, apoiada nos ganhos da Portugal Telecom (PT), Electricidade de Portugal (EDP) e Sonae SGPS, que ajudavam o PSI20 a avançar 0,33%.

Na Euronext Lisbon, o PSI20 [PSI20] marcava 7.782,56 pontos, enquanto o PSI30 avançava 0,29% para os 3.687,25 pontos.

As acções da Portugal Telecom [PTC] anulavam a totalidade das perdas acumuladas na véspera e prosseguiam com uma subida de 1,07%% para os 8,50 euros. A Vodafone Telecel [TLE] e a Sonae.com [SNC] subiam ambas 0,6%.

Belmiro de Azevedo afirmou ontem em conferência de imprensa que a Sonae.com quer ser, em Portugal, uma divisão de uma grande operadora de dimensão internacional, considerando ser sua obrigação aprofundar as suas relações com a France Telecom.

A Electricidade de Portugal (EDP) avançava 0,84% para os 2,41 euros, à semelhança da Sonae SGPS [SON] que trepava 1,1% para os 0,92 euros. Ontem, a «holding» anunciou que os seus lucros em 2001 recuaram 78,5% para os 55 milhões de euros.

No sector financeiro, o Banco Comercial Português (BCP) [BCP] travava maiores ganhos dos índices, ao desvalorizar 0,49% para os 4,05 euros.

A Jerónimo Martins [JMAR], que anunciou ontem um agravamento nos prejuízos de 35,24% para os 86,51 milhões de euros em 2001, cedia 0,84% para os 8,22 euros.

MMO2 lidera ganhos em Londres com subida de 6,6%

No resto da Europa, as principais praças negociavam com ganhos e o DJ Stoxx 50 valorizava 0,57% para os 3.664,14 pontos.

Na praça londrina, o FTSE [UKX] subia 0,04% para os 5.255,40 pontos. As acções da MMO2 lideravam os ganhos com uma subida de 6,6% para as 0,73 libras (1,18 euros). A operadora móvel anunciou que os seus lucros no ano fiscal, que termina a 31 de Março, deverão superar as estimativas dos analistas devido aos cortes de pessoal e à diminuição dos gastos em redes.

A Marconi, que já não integra o índice das 100 maiores empresas britânicas, via os seus títulos «afundarem» 51,39% para as 0,08 libras (0,13 euros), após terem falhado as negociações para a renovação de uma linha de crédito junto dos bancos.

Na praça de Frankfurt, o DAX Xetra [DAX] progredia 0,84 para os 5.393,38 pontos ajudado pelas acções da SAP e da Infineon, que valorizavam 1,4% para os 170,38 euros e 25,49 euros, respectivamente.

Ontem, a norte-americana Oracle anunciou que os gastos em tecnologias de informação iriam recuperar nos próximos 12 a 18 meses, animando o sector dos fabricantes de «software».

A eléctrica RWE era uma das mais penalizadas do índice germânico, registando uma descida de 0,7% para os 42,64 euros, após ter acordado a compra da britânica Innogy por 5,2 mil milhões de libras (8,41 mil milhões de euros).

Em Paris, as empresas de media Vivendi Universal e Lagardére lideravam os ganhos, com subidas de 1,8% e 1,9%, ajudando o CAC40 [CAC] a valorizar 0,62 para os 4.608,37 pontos.

O AEX, de Amsterdão, avançava 0,58% para os 524,19 pontos apoiado na subida de 2,41% para os 27,20 euros da empresa de «chips» ASML.

Em Espanha, a retalhista Inditex encabeçava os ganhos no índice madrileno, com uma valorização de 1,9% para os 22,65 euros, após ter anunciado um crescimento de 31% no lucros do quarto trimestre, acima do esperado pelos analistas. O IBEX [IBEX] ganhava 0,64% para os 8.387,60 pontos.

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