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PT leva bolsa a contrariar ganhos europeus (act)

A bolsa nacional contrariou a tendência de ganhos europeus e fechou a desvalorizar pressionada essencialmente pela Portugal Telecom, que cedeu quase 1%. O PSI-20  caiu 0,19% com o Banco Comercial Português a travar maiores perdas.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 13 de Dezembro de 2005 às 17:19
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A bolsa nacional contrariou a tendência de ganhos europeus e fechou a desvalorizar pressionada essencialmente pela Portugal Telecom, que cedeu quase 1%. O PSI-20  caiu 0,19% com o Banco Comercial Português a travar maiores perdas.

O principal índice da bolsa nacional fechou nos 8.239,08 pontos, com oito acções a subir, seis em queda e seis inalteradas, na sessão mais líquida das últimas quatro com 147,4 milhões de euros negociados.

A Portugal Telecom [ptc] deslizou 0,98% para os 8,09 euros, apesar do BNP Paribas ter revisto em alta o seu preço-alvo para 9,2 euros, com uma recomendação de «neutral» devido à melhoria das expectativas para a Vivo e com um desempenho favorável do real.

Os analistas acreditam que a forte subida das acções nas últimas sessões – mais de 7% desde Novembro – pode ter chegado ao fim no curto prazo, apesar de as perspectivas para 2006 continuarem a ser positivas.

O Banco BPI [bpin] também pressionou com uma queda de 1,33% para os 3,72 euros enquanto o Banco Comercial Português [bcp] travou perdas maiores ao avançar 0,48% para os 2,10 euros. O maior banco privado português não fechava a subir desde 1 de Dezembro.

Ainda a pressionar fecharam a Sonae e a Media Capital, com quedas 0,67% e de 1,38%, respectivamente. No restante sector «media» a Cofina fechou estável nos 3,18 euros enquanto a Impresa subiu 0,78% para os 5,16 euros. A Lisbon Brokers baixou a recomendação para as acções da Impresa de «compra» para «manter», uma vez que a empresa valorizou 8% nas últimas duas semanas e aproximou-se do preço-alvo de 5,30 euros que a casa de investimento tem para a empresa liderada por Pinto Balsemão.

Estáveis nos 2,55 e nos 6,98 euros ficaram a Energias de Portugal e a Brisa, respectivamente no dia em que os analistas do BPI desdramatizaram o impacto negativo do TGV para a concessionária.

O impacto na Brisa não deverá ser tão negativo uma vez que na A1, a maior parte do trânsito situa-se nos extremos da mesma e continua a ser mais barato viajar de automóvel, explicam os analistas no Iberian Daily do BPI no dia em que o ministro das Obras Públicas e Comunicações, Mário Lino adiantou que o investimento total no projecto de alta velocidade ferroviária vai ascender a 8,18 mil milhões.

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